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Direto da Cozinha: Nhoque, o prato da família!

Nhoque vegano
Foto: Márcio Monteiro
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Almoço de domingo lembra alegria, risos, felicidade, se sentir abraçado. E um dos pratos favoritos para este dia é o nhoque, essa delícia de pelota que nos remete ao mais puro sentimento de felicidade.

Eu adorava fazer nhoque com minha mãe. Minha missão era abrir a massa, fazer rolinhos e cortar pequenos travesseirinhos, tudo isso enfarinhado em uma mesa grande.

Mas qual é a origem, a história dessa massa, que nos remete à lembranças deliciosas?

O gnocchi (grafia original da palavra que significa ‘pedaços’ ou ‘pelotas’) é uma receita tradicional italiana que, por mais incrível que pareça, parece ter “nascido” em outro lugar. A massa, ou algo semelhante a ela, já era produzida no Oriente Médio desde os tempos romanos, e sua origem na Itália se deve, nada mais , nada menos, que à pobreza.

As antigas “mamas” italianas eram obrigadas a usar a imaginação para alimentar suas famílias, isso sem um ingrediente básico para a sua culinária que sobrava para os ricos, mas faltava para os pobres: a farinha. Para conseguir a proeza de dar de comer à todos, elas utilizavam restos de pão ralado, um pouquinho de farinha e água para criar um prato que era chamado, até a Idade Média, de maccheroni.

A massa era então modelada à mão e cozida em água salgada ou caldo de verduras e ossos de galinha, para dar sabor. E que sabor! De tão delicioso, o nhoque logo caiu nas graças dos mais ricos e se popularizou por toda a Itália, se transformando na delícia que hoje é marca registrada do país onde (re)nasceu.

Diz a lenda, que em um dia 29, São Pantaleão, vagava faminto em um vilarejo italiano, a procura de um prato quente e gostoso.

Pantaleão bateu em uma casa, mesmo desconfiado do andarilho, deixaram ele entrar. Com  pouca comida, decidiram repartir o alimento. Para cada pessoa que estava na mesa rendeu 7 bolinhas (nhoque), feito à base de pão e pouca farinha. Em troca da gentileza, São Pantaleão decidiu deixar um agrado para essa família, embaixo de cada prato, deixou uma certa quantia de dinheiro

Desde então, acredita-se que todo dia 29 comer nhoque traz fortuna. Segundo o ritual deve-se colocar uma nota embaixo do prato, comer os primeiros sete nhoques em pé, fazer o seguinte pedido “estou comendo este nhoque para que nunca me falte comida na mesa e dinheiro no bolso”, antes de comer cada um deles.

Histórias e simpatias à parte, o nhoque é um prato altamente nutritivo, que se tornou um prato querido entre nós brasileiros.

Vamos conhecer um nhoque vegetariano e sem uso de farinha de trigo

O Nhoque de Mandioquinha

Ingredientes

1 kg de mandioquinha amassada

100 gr de farinha de arroz

50 gr de amido de milho

12 gr de sal

02 litros de água

Modo de fazer

  1. Descascar a  mandioquinha , como a casca é muito  fina, recomendo raspar com uma faca
  2. Cozinhar a mandioquinha,  para saber o ponto correto, sugiro pegar um palito,  furar, o palito deverá entrar   com certa facilidade, não pode deixar a mandioquinha muito cozida.
  3. Amassar a mandioquinha, ainda quente, com garfo ou um amassador de batatas
  4. Deixar a massa  esfriar, de preferência em um escorredo.

5. Quando estiver fria, misture o amido e a farinha, incorporando bem

6. Quando estiver bem incorporada, fazer pequenas bolinhas

7. Colocar em água fervente e quando subirem estão prontas

8. Podemos servir com molho de tomate, ou, em uma frigideira ,coloque alho e azeite, deixe esquentar e coloque os nhoques, deixe gratinar um pouco e está pronto para servir.

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