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Vôlei Guarulhos lança projeto para iniciação esportiva para jovens da Ponte Grande

Foto: Divulgação
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Presidente do Flecha, Anderson Marsili, concedeu entrevista exclusiva ao GRU Diário

Os adolescentes a partir dos 12 anos, que moram nas proximidades da Ponte Grande, em Guarulhos, vão poder participar do projeto Flechinhas, do Vedacit Vôlei Guarulhos, a partir deste ano. A iniciativa, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, é comemorada pelo presidente do Flecha, Anderson Marsili.

Um dos principais destaques da temporada 2021-2022 do vôlei nacional, o time guarulhense foi vice-campeão Paulista no profissional e está em quinto lugar na Superliga.

Marsili concedeu entrevista exclusiva ao GRU Diário e falou sobre o projeto de iniciação esportiva, que visa levar os ensinamentos do esporte à criançada. Junto com outro projeto em parceria com a Prefeitura, o Vôlei Guarulhos tem condições de atender até 700 adolescentes para treinar nas dependências do clube profissional.

Confira a entrevista

Como vai funcionar o projeto Flechinhas?

Anderson Marsili – É uma parceria com o Governo do Estado. No ano passado, assumimos a base de sub 13 a sub 17 no masculino e no feminino, junto com a Prefeitura. Agora o projeto é o Flechinhas, para a gente levar iniciação esportiva para todo o entorno de quem mora na Ponte Grande. Vamos oferecer a oportunidade dos jovens começarem a ter contato com o esporte de forma lúdica e poder transformador. O plano de fundo é sempre nosso time de alto rendimento, que é onde eles podem ver o que acontece.

Quem vai poder participar?

Anderson Marsili – Meninos e meninas a partir de 12 anos e que morem perto da Ponte Grande. Vamos oferecer como atividade de contraturno para as escolas estaduais e municipais da região. Podemos usar todo o nosso material. Os jovens treinam no mesmo lugar onde nós jogamos, no tapete onde treinamos, com os mesmos equipamentos de alto rendimento. Vamos oferecer uniforme.

Qual é a capacidade total de jovens que podem treinar no ginásio do Vôlei Guarulhos?

Anderson Marsili – Podemos atender até 700 alunos juntando os projetos do Estado e da Prefeitura. Temos muitos jovens no sub 15. A ideia é fomentar o sub 13, que é onde temos a maior necessidade. A metodologia de jogo segue o previsto pela comissão técnica do time adulto.

Em um universo de 700 jovens, dá para estimar quantos podem chegar ao profissionais?

Anderson Marsili – Às vezes o cara não vai ser profissional, mas o esporte muda vidas. Se o jovem subir e for para ser profissional, ele terá uma base muito solidificada no Vôlei Guarulhos. Tem atleta que ascende mesmo nos dois últimos anos de base. Quando ele sair daqui, ele irá compreender o que é o esporte e pode querer atuar em outras áreas, como técnico, gestor, marketing e jornalismo.

Quanto o Flechinhas vai ter início?

Anderson Marsili – Os Flechinhas temos como cronograma para iniciar fevereiro e a base no final de janeiro. Contudo, pedimos para dar uma segurada para entendermos o que está acontecendo com a pandemia. Já tive cinco casos no adulto. Imagina se acontecesse com 700 crianças? A gente está segurando para entender o processo.

Falando do time profissional, a equipe vai disputar pela primeira vez a Copa do Brasil. Qual é a sua expectativa?

Anderson Marsili – A competição é literalmente mata-mata, apenas um jogo. Copa do Brasil é faca nos dentes e gasta tudo o que você tem. Um jogo de quartas, um de semi e um de final. É uma grande chance. Queremos muito ficar entre os quatro melhores do Brasil. O time está muito focado, mas estamos sem jogar desde 23 de dezembro por causa dos casos de covid.

Após terminar o primeiro turno da Superliga na quinta posição, o que a torcida pode esperar do time no restante do torneio?

Anderson Marsili – No primeiro turno ficamos entre os cinco, que era uma meta até ousada. O returno a nossa primeira meta é classificar para os playoffs. Quando estivermos mais na frente, temos mais chance de brigar por uma semifinal. O sonho é estar entre os quatro, mas é muito difícil.

O Vôlei Guarulhos é um time que está apenas na segunda temporada na elite nacional. Dá para esperar títulos no futuro?

Anderson Marsili – Não é fácil, mas subindo degrau a degrau o objetivo é um dia brigar por títulos.

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