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Vídeo: Avião do Grupo Especial de Inspeção de Voo da FAB faz rasante em Guarulhos

GEIV
Foto: reprodução/SBGR
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Grupo subordinado da FAB tem como objetivo aferir os sistemas de auxílio para o espaço aéreo

O canal SBGR flagrou um dos momentos em que um piloto do GEIV (Grupo Especial de Inspeção de Voo), subordinado da FAB (Força Aérea Brasileira), faz um voo rasante com um Legacy 500 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Cumbica, no último sábado (10).


Embora o registro encha de lágrimas os olhos dos amantes da aviação, trata-se de uma ação comum que visa aferir a calibração dos equipamentos que auxiliam a navegação aérea dos aeroportos de todo o País.

Em maio deste ano, a FAB divulgou que a Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA) finalizou com sucesso a substituição de todos os Sistemas de Pouso por Instrumentos (ILS, do inglês Instrument Landing System) do aeroporto de Guarulhos.


A Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA) finalizou com sucesso a substituição de todos os Sistemas de Pouso por Instrumentos (ILS, do inglês Instrument Landing System) do Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU Airport), em Guarulhos (SP).

O Sistema de aproximação por instrumentos dá uma orientação precisa ao avião que esteja na fase de aproximação final de uma determinada pista, principalmente em condições meteorológicas adversas. Dividido em dois Sistemas, um mostra a orientação lateral do avião em relação à pista (Localizer) e o outro mostra o ângulo de descida ou orientação vertical (Glide Slope).

As substituições, coordenadas pela Divisão Técnica da CISCEA, foram iniciadas em 2019 e contaram com o apoio do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA), do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), do Subdepartamento de Operações (SDOP), do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), de representantes da empresa Thales, da INFRAERO e da concessionária do aeroporto GRU Airport, em um processo que envolveu a coordenação operacional de modo a minimizar o impacto nas operações aeroportuárias, além de treinamento específico para a equipe de manutenção.

“Por uma questão de segurança e confiabilidade, todo auxílio à navegação aérea é submetido a uma série de testes técnicos antes de ser homologado e disponibilizado para a aviação geral”, explicou o Engenheiro Carlos Eduardo Moreira Ramos Schaefer, da Divisão Técnica da CISCEA.

Mas nesta matéria, estamos aqui apenas para mostrar este belo rasante:

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