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Protesto por George Floyd nos EUA chega a 4º dia com prisões e mortes

Foto:Divulgação
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Assassinato de homem negro por policial branco em ato apontado como racismo chocou comunidade americana


Mesmo sendo o país mais afetado pela pandemia do novo coronavírus, os Estados Unidos da América (EUA) tem tido ruas lotadas por manifestantes que pedem Justiça pela morte de George Floyd, de 46 anos, sufocado por um policial branco Derek Chauvin, na cidade de Minneapolis, em Minessota, na segunda-feira, 25.

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A morte do homem negro, sem qualquer explicação cabível até o momento, provocou uma onda de protesto que se espalha por mais de 30 cidades pelos Estados Unidos. Entre a noite desta sexta-feira, 29, e sábado, 30, há registros de mortes e centenas de detidos por todo país.

Uma das mortes registradas ocorreu no centro de Detroit, em Michigan, onde um carro passou atirando contra participantes do protesto. Outro óbito, de um agente federal, ocorreu em Okland, na Califórnia, onde o policial foi atingido por tiros.

Muitas cidades vivem estados de pânico. Em Nova York, epicentro da pandemia nos EUA, dúzias de pessoas foram presas e as autoridades consideram que os protestos diminuíram. Há relatos de prisão também em Lincoln, no estado de Nebraska, e Portland, em Oregon.

De acordo com jornal de The New York Times, o exército americano solicitou que o exército prepare unidades policiais para atuarem em Minneapolis.

Há relatos de anarquistas entre os manifestantes, que possivelmente seriam os responsáveis por depredações de loja, incêndio em delegacias e prejuízo a outras instituições públicas e privadas.

No vídeo em que é mostrada a morte de George Floyd, é possível ver que o policias se ajoelha sobre o pescoço de Floyd, que não oferece resistência e afirma que “não consigo respirar”. Policias que acompanhavam a ação nada fizeram para impedir a morte de Floyd.

O presidente americano, Donald Trump, chegou a dizer que onde “há saques há tiros”, argumento que inflou as manifestações. Após a declaração no Twitter, Trump recuou e disse que manifestantes infiltrados não podem usar uma anarquia sem lei, que prejudica quem age de forma pacífica.

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