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Metrô suspende licitação para projeto da linha que ligará Guarulhos ao Anhangabaú

Metrô
Foto: reprodução/Facebook/Metrô
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Decisão ocorre por conta de recurso movido por um consórcios interessados no serviço da Linha 19 – Celeste

O Metrô teve de suspender a licitação para contratação do consórcio que deve ficar responsável pelo desenvolvimento do projeto básico da Linha 19 – Celeste, que deve ligar Guarulhos ao Anhangabaú.

A COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO – METRÔ comunica que, em face da interposição de recursos por parte das licitantes Consórcio MNEPIE, Consórcio Linha 19 Celeste e Consórcio Systra-Ebei-Fernandes, contra o resultado da licitação divulgado em 27/08/2021, o processo licitatório encontra-se suspenso”, diz comunicado publicado pelo Metrô nesta quarta-feira (8).

No dia 20 de julho, a companhia recebeu proposta de três consórcios habilitados na fase técnica para elaboração do projeto deste trajeto, conforme noticiado pelo GRU Diário.

No dia 27 de agosto, o consórcio MNEPIE (formado pelas empresas Maubertec, Nova Engevix, Pólux, Intertechne e EGT) foi declarado como o vencedor do processo seletivo com uma proposta de R$ 93 milhões.

Entretanto o processo está suspenso, neste momento, por conta dos recursos movidos pelos três consórcios que estão interessados no serviço.

A suspensão ocorre uma semana depois de a Prefeitura de Guarulhos entregar ao secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, a permissão de uso do solo para estudos dos projetos das Linhas 19 – Celeste e da extensão da Linha 2 – Verde.

Sobre o projeto da Linha 19 – Celeste

Neste primeiro trecho que chega a Guarulhos, a Linha 19-Celeste terá 17,6 km de extensão, com um total de 15 estações: Bosque Maia, Guarulhos, Vila Augusta, Dutra, Itapegica, Jardim Julieta, Jardim Brasil, Jardim Japão, Curuçá, Vila Maria, Catumbi, Silva Teles, Pari, São Bento e Anhangabaú.

A expectativa de passageiros é de 630 mil por dia, com tempo de viagem estimado em menos de 30 minutos. A linha deve ser gerida pela iniciativa privada, similar ao controle da Via Quatro na Linha 4-Amarela.

A obra deve custar em torno de R$ 15 bilhões e ainda não há previsão para o início das obras. Pelo menos 40 trens devem estar à disposição do trajeto.

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