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Ludhmila Hajjar sofre ataques após recusar ministério da Saúde

Foto: Reprodução CNN
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Médica relatou tentativas de invasão ao hotel em que estava hospedada

Depois de recusar o convite de Jair Bolsonaro (sem partido) para comandar o ministério da Saúde, a médica cardiologista Ludhmila Hajjar tem sofrido diversos ataques nas últimas horas. A movimentação começou após a divulgação de um áudio atribuído a ela, em que supostamente teria chamado Bolsonaro de “psicopata” por conta da condução do País na pandemia.


Logo após conversar com o presidente, ela teria sofrido ameaças de morte, inclusive com tentativas de invasão no hotel em que ela estava, em Brasília. O caso foi revelado em entrevista à CNN, em que a cardiologista contou que recusou o convite por “falta de linhas de convergência”. “Acho que o ministro tem que vir para ajudar o presidente, para deixar o ambiente tranquilo e acho que isso, esse ambiente, não foi possível de ser criado entre nós”.

Outros ataques sofridos por Ludhmila envolveram áudios e vídeos com perfis falsos espalhados pelas redes sociais. Em contato com a dra. Hajjar, o GRU Diário confirmou, por exemplo, que o perfil @LudhmilaHajjar, no Twitter, é falso e que o administrador não tem qualquer relação com a médica.

Para a GloboNews, a médica ressaltou que o momento da pandemia é péssimo para os brasileiros. “O cenário no Brasil é bastante sombrio. O País vai chegar em 500 mil, 600 mil mortes”, afirmou.

Enquanto o presidente busca um novo titular para a pasta, o atual ministro, Eduardo Pazuello, segue seus compromissos normalmente. Na tarde desta segunda-feira, Pazuello conversou com a imprensa para atualizar os números da pandemia. Enquanto isso, Bolsonaro estava reunido com o cardiologista Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2020/2021).

Dados oficiais do Governo Federal mostram que 278,2 mil pessoas perderam a vida para o coronavírus, sendo que o Brasil acumula 11,4 milhões de casos confirmados. Mais de 9,7 milhões de pessoas já foram vacinadas em todo o País. Em Guarulhos, na noite de domingo, 14, o prefeito Guti (PSD) afirmou que não há mais vagas em leitos de UTI para tratamento de pacientes com Covid-19. Ele também destacou que pretende construir um novo hospital de campanha na cidade.

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