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Guarulhense no Líbano relata falta de luz, destruição e hospitais lotados após explosão

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Foto: Reprodução
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O advogado Amir Naddi conta que sentiu os tremores da explosão na cidade de Bekaa; um primo que trabalha na Capital se salvou por não estar no local no momento.

Uma vez por ano o advogado guarulhense Amir Naddi, 31 anos, vai ao Líbano visitar seus pais. Neste ano, ele estava em Beirute até sábado, 1º, três dias antes da explosão que aconteceu na terça-feira, 4, em um armazém da cidade, com mais de 100 vítimas fatais, 4 mil feridos e 100 desaparecidos, de acordo com estimativas da Cruz Vermelha libanesa.

Em vídeos enviados pelo advogado ao GRU Diário, é possível ver o momento da explosão e o rastro de destruição e desespero deixado no país, com ruas tomadas pela poeira e pessoas sem entender o que aconteceu.

“O país está devastado, boa parte de Beirute está sem luz, os hospitais que sobraram estão cheios. É triste de ver”, lamentou o advogado.

Amir Naddi, à esquerda (Foto: Arquivo Pessoal)

No momento da explosão Amir estava na cidade de Bekaa, a mais de 50 quilômetros da explosão na região portuária de Beirute, mesmo longe foi possível sentir o impacto.

“A gente escutou na rua e em alguns lugares aqui de Bekaa. Deu pra sentir os tremores. Eu só vi a fumaça alaranjada no céu”, contou Naddi.

Um primo do guarulhense, que trabalha em Beirute, conseguiu se salvar de uma tragédia. Na hora da explosão ele estava fora do escritório. De acordo com Amir, ainda há uma incerteza sobre a causa da explosão.

“O governo dá informações picadas. Primeiro falou que foi uma fábrica de fogos de artifício, depois que era um depósito irregular de amônia. Depois cogitaram atentando. A gente não sabe ao certo”, desabafou.

Amir ressaltou que o Líbano já vive uma “crise econômica absurda”, sendo que na semana passada houve um ataque de um grupo terrorista.

“A tensão sempre vai existir aqui, por todo o histórico do país. Mas a população está bastante unida e até um pouco contra os políticos, porque falaram que esse armazenamento que explodiu era irregular”, explicou.

O guarulhense retorna para o Brasil na madrugada desta quinta-feira, 6.

Nesta quarta-feira, 5, o governo do Líbano decidiu colocar as pessoas responsáveis pela autoridade portuária de Beirute em prisão domiciliar. 

De acordo com primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, “esta catástrofe não passará sem que os culpados sejam responsabilizados. Os responsáveis pagarão o preço.”

Equipes de resgate e de busca continuam o trabalho em busca de pessoas feridas e desaparecidas.

Veja o vídeo com o momento da explosão e o impacto deixado em ruas da cidade:

Imagens enviadas por Amir Naddi
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