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Empresários de Cumbica lamentam liminar que barrou reabertura de restaurantes

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Foto: Reprodução/Facebook/Júnior Araujo
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Em nota, associação disse que estabelecimentos não tem tradição de delivery e muitos nem vão reabrir

Em nota publicada nas redes sociais, no domingo, 5, a Associação dos Empresários de Cumbica (Asec) lamentou a decisão da Justiça, a pedido da Procuradoria-Geral do Estado, que impediu a reabertura de bares e lanchonetes de Guarulhos nesta segunda-feira, 6, e que determinou a redução do horário e até o fechamento de outros setores.

A liminar, inclusive, foi notificada à Prefeitura de Guarulhos às vésperas da esperada reabertura, o que se configura em uma irresponsabilidade, já que diversos empresários investiram dinheiro que não têm (diante dos meses de queda acentuada de receita) para se adaptar às exigências de higiene e prevenção“, diz a nota emitida pelo presidente da Asec, Júnior Araújo.

A nota ressalta ainda que Cumbica é uma região industrial e a maioria dos clientes dos restaurantes são empresários e funcionários das empresas, “abrindo só para o almoço e durante a semana. Não há tradição do delivery e esses empresários estão em situação muito difícil, com contas atrasadas e sérios riscos de não abrirem mais”.

Assim como a Prefeitura, a Asec acredita que Guarulhos tem condições melhores de realizar uma retomada econômica do que a Capital, devido aos índices mais baixos de letalidade e contaminação.

Veja a íntegra da nota:

A Associação dos Empresários de Cumbica lamenta a decisão liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo, atendendo a pedido do Governo do Estado, que obriga o Município de Guarulhos a obedecer exatamente ao que determina o Plano SP para cidades enquadradas na “fase laranja” de flexibilização das atividades econômicas.

Na prática, a decisão faz o Município recuar em avanços como o aumento do horário de funcionamento do comércio e a autorização de reabertura de bares e restaurantes, que estava agendada para o dia 6 de julho.

A liminar, inclusive, foi notificada à Prefeitura de Guarulhos às vésperas da esperada reabertura, o que se configura em uma irresponsabilidade, já que diversos empresários investiram dinheiro que não têm (diante dos meses de queda acentuada de receita) para se adaptar às exigências de higiene e prevenção.

Donos de restaurantes de Cumbica, preocupados com a saúde de colaboradores e clientes, compraram produtos, adaptaram seus negócios e treinaram funcionários. E, com a decisão judicial, não sabem mais o que fazer para manter seus negócios vivos.

A ASEC reforça o pedido à Prefeitura de Guarulhos para que um recurso judicial seja impetrado contra a liminar. E lamenta a diferenciação com a qual Guarulhos é tratada para não ser enquadrada na mesma fase de flexibilização que a Capital e outras regiões da Região Metropolitana, que apresentam dados piores que os de Guarulhos e da Região do Alto Tietê no enfrentamento ao coronavírus. A Capital tem mais casos de Covid-19 do que Guarulhos, proporcionalmente. E lá a reabertura de bares e restaurantes foi mantida para o dia 6 de julho.

Cumbica é uma região predominantemente industrial e tem restaurantes frequentados apenas por empresários e funcionários das empresas, abrindo só para o almoço e durante a semana. Não há tradição do delivery e esses empresários estão em situação muito difícil, com contas atrasadas e sérios riscos de não abrirem mais.

Guarulhos, com o potencial que tem, não pode ser tratada dessa forma. As cidades estão interligadas e o fluxo entre elas é enorme no dia a dia. Pessoas que moram em São Paulo vêm trabalhar em Guarulhos e vice-versa. Não faz o menor sentido esse descaso com Guarulhos.

Júnior Araújo
Presidente – Associação dos Empresários de Cumbica

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