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Em SP, Bolsonaro usa máquina pública, ignora poderes e insinua golpe

Foto: Reprodução/Facebook/Bolsonaro
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Milhares de bolsonaristas participam de ato golpista na Avenida Paulista

Como prometido, o presidente da República, Jair Bolsonaro, subiu o tom de ataques às instituições democráticas e falou claramente em se manter no poder a qualquer preço, em manifestação antidemocrática, na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta terça-feira (7).

Bolsonaro viajou de Brasília para a capital paulista com os recursos da União para uma atividade política e não da Presidência da República.

Diante de uma multidão que defende pautas antidemocráticas, Bolsonaro afirmou que não vai mais respeitar ou responder ordens do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes.

O presidente voltou a criticar governadores e prefeitos pelas medidas de distanciamento social – apoiadas amplamente por cientistas – para o combate à covid-19.

Aos apoiadores, ele garantiu que não vai permitir a realização da próxima eleição se não houver o que ele chama de “voto auditável”, ou seja, a impressão dos votos com contagem pública. A medida foi rejeitada pela Câmara dos Deputados, mas, mesmo assim, ele insiste no tema. “Não posso participar de uma fraude como essa patrocinada pelo Tribunal Superior Eleitoral”, disse.

Por fim, Bolsonaro enviou um recado aos seus opositores. “Aos que querem me tornar inelegível, só Deus me tira de lá”, complementando novamente que o futuro dele é ser “preso, morto ou a vitória”.

Pela manhã, Bolsonaro já tinha participado de manifestação antidemocrática na frente da Praça dos Três Poderes, em Brasília, quando deixou clara a possibilidade de uma ruptura democrática.

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