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Doria chama Bolsonaro de negacionista e omisso durante a pandemia do coronavírus

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Foto: Governo do Estado de SP
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Doria criticou também Donald Trump, presidente dos EUA, por também ter minimizado o impacto da doença

O governador João Doria (PSDB) voltou a atacar e criticar publicamente o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) por seu comportamento durante a pandemia do novo coronavírus, ao qual considerou omisso e negacionista.

“Eu lamento ter que dizer que o presidente Jair Bolsonaro foi um omisso em relação à pandemia, omisso e negacionista mesmo tendo sido ele vitima da covid, juntamente com sua esposa, e estimo que ambos tenham se recuperado, mas ele continua minimizando os efeitos desta pandemia”, disse Doria quando questionado por uma jornalista durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, nesta segunda-feira, 10.

No começo da coletiva, Doria já havia feito críticas a Bolsonaro, e chegou a comparar o presidente brasileiro com o norte-americano Donald Trump, único país com saldo de contaminação maior de mortes que o Brasil.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, o Brasil tem mais de 101 mil mortes e 3 milhões de infectados, enquanto os Estados Unidos da América somam 160 mil vítimas e mais de 5 milhões de infectados e lidera este “ranking macabro”, como definiu Doria.

“Especialistas reconhecem hoje que o desprezo de alguns pela ciência, pela saúde e pela vida, e o desprezo pelo efeito desta pandemia, lamentavelmente contribuiu para que chegássemos a este triste número de 3 milhões de pessoas infectadas e 100 mil mortos no Brasil, o segundo pior índice do planeta”, disse Doria.

Eleições 2022

Doria é cotado como concorrente direto de Bolsonaro nas próximas eleições presidenciais e alguém com capacidade de tirar alguns votos do atual presidente em uma eventual reeleição.

Em 2020, Doria chegou a usar uma camiseta com a estampa da dobradinha “BolsoDoria”, mas no decorrer deste ano tenta afastar a sua imagem da do presidente.

Por sinal, Doria não é o único governador que alavancou sua eleição para o Estado com apoio a Bolsonaro e depois se desvinculou do presidente. No Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que enfrenta um processo de impeachment, também tentou se desvincular do presidente.

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