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Doria acusa Bolsonaro de desabilitar 3,2 mil leitos de UTI em São Paulo

Foto: Governo do Estado de São Paulo e Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Tucano afirma que Governo Federal utiliza critérios “ideológicos” para relegar os paulistas

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acusou o Ministério da Saúde de desabilitar 3.258 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para o tratamento de pacientes infectados pela covid-19, nesta sexta-feira (5), em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista.

De acordo com Doria, a gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) utiliza critérios ideológicos e políticos para retirar leitos no Estado de São Paulo, justamente na segunda onda de infecções do coronavírus.

Doria promete acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para resolver a questão. “O Governo Federal rompeu o pacto federativo”, esbravejou.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 66,7% na Grande São Paulo e 67,6% no Estado. O número de pacientes internados é de 12.817, sendo 6.998 em enfermaria e 5.819 em unidades de terapia intensiva, conforme dados de quinta-feira (4).

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