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Caso Julia e Claudia: Mandante dos assassinatos é morto por facção criminosa

Julia (esq.) e Claudia desapareceram na quinta-feira (3). (Foto: Reprodução Facebook/Montagem GRU Diário)
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Polícia Civil ainda busca pelos executores; dois suspeitos foram identificados

A Polícia Civil identificou o mandante dos assassinatos das amigas Julia Renata Garcia Rafael, de 26 anos, e Claudia Cristina Pinto Menezes, de 25, que ocorreram após o sumiço das jovens ao deixarem uma festa em Paraisópolis, na zona sul da capital. 

O suspeito, conhecido como Tobé, era integrante de uma facção criminosa de São Paulo. Ele foi encontrado morto na última sexta-feira (27) junto com outro membro. A polícia acredita que eles foram executados pelo “tribunal do crime” por terem autorizado as mortes das duas jovens. Tobé era procurado pela Justiça e estava escondido no litoral paulista.

A polícia continua trabalhando para prender os executores das mortes de Julia e Claudia. Até o momento, dois suspeitos foram identificados, mas a participação de outras pessoas não é descartada. Mesmo com esses avanços, a motivação do crime ainda é desconhecida. 

“As peças estão se encaixando. É questão de tempo [para concluir o caso]”, afirmou o delegado Fabio Pinheiro, do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa), em entrevista ao Cidade Alerta

Entenda o caso 

As amigas Julia e Claudia sumiram em 3 de junho, feriado de Corpus Christi, quando saíram para ir a uma festa em Paraisópolis, na zona sul da capital, em um bar chamado de Paraíso na Laje. 

Moradoras de Guarulhos, as duas não foram mais vistas pelos amigos e deixaram de responder as mensagens dos familiares que residem em Manaus, onde elas moravam anteriormente.

Os corpos das amigas foram encontrados em um trecho do Rodoanel Mário Covas, na região de Itapecerica da Serra, em 15 de junho, e continham traços de terra, indicando que elas foram enterradas, e de cal usado para acelerar a decomposição dos cadáveres. Os corpos teriam sido retirados de Paraisópolis e colocados da rodovia para serem encontrados propositalmente.

As duas teriam sido atraídas para um emboscada pelo dono do bar, identificado como Gledson Ferreira de Lima, e sequestradas ao deixarem o estabelecimento. Foi ele quem chamou um carro de aplicativo para levar Julia de um flat, no centro de SP, até a festa.

O primeiro laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou que os corpos não tinham marcas de tiro e que ambas foram envenenadas.

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