PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

TSE pede ao STF investigação contra Bolsonaro por fake news contra urnas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on linkedin
Share on pinterest

PUBLICIDADE

Decisão foi tomada de forma unânime por todos os membros da corte durante retomada dos trabalhos

Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram, de forma unânime, solicitar ao STF (Supremo Tribunal Federal) que investigue o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) pelos ataques feitos contra o sistema eleitoral brasileiro por meio de fake news.

A decisão foi tomada durante a reabertura dos trabalhos do TSE, ocorrida nesta segunda-feira (2).

No fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro voltou a ameaçar a realização das eleições de 2022 caso não seja implementado o que ele chama de voto impresso e auditável, que consiste na impressão do voto registrado na urna.

“Vocês estão aí, além de clamar pela garantia da nossa liberdade, buscando uma maneira que tenhamos eleições limpas e democráticas no ano que vem. Sem eleições limpas e democráticas, não haverá eleição”, disse Bolsonaro a apoiadores em uma live realizada no domingo(1º).

Na mesma semana, o presidente havia dito que provaria que houve fraude na eleição de 2018, mas na tão esperada “live bomba” não apresentou provas e disse que possuía apenas indícios.

Durante a volta do recesso, o ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE, a quem Bolsonaro tem dedicado ofensas diretas, fez questão de elencar uma série de fatos para desmentir argumentos proferidos pelo presidente ou por seus apoiadores, como, por exemplo, de que ele se reúne em uma sala fechada para contar os votos. A contagem, na verdade, é emitida pela própria urna.

Barroso também citou que não haveria razão para trazer o voto impresso para a urna, já que, supostamente, seria ela o objeto de fraude.

“Há um paradoxo nessa situação: o voto seria impresso pela mesma urna eletrônica que estaria sob suspeita. Então, se se frauda a eletrônica, frauda-se o voto impresso. Vamos gastar dois bilhões, criar um inferno administrativo para essa eleição com um risco imenso de fraude e de judicialização”, disse Barroso.

PUBLICIDADE

TÓPICOS
COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on telegram
COMENTÁRIOS
VEJA TAMBÉM

PUBLICIDADE