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Prefeitura descarta novo decreto e sindicato reclama de colégio que recebe alunos

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Foto: Reprodução/Sinpro e Apeoesp

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Escolas estaduais e particulares seguem recomendações do Plano São Paulo, do Governo do Estado

O Sinpro (Sindicato dos Professores da rede particular de Guarulhos) pediu, nesta terça-feira (4), que a Vara da Fazenda Pública obrigue a Associação das Escolas Particulares (AEG) e o Colégio Carbonell, ambos que estão sob o comando do empresário Wilson Lourenço, ex-presidente de ACE (Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos), a cumprir acordo judicial que orienta a suspensão das aulas presenciais até o final de maio.

Na semana passada, a Prefeitura fez acordo na Vara da Fazenda Pública com o Sinpro e a Apeoesp (Sindicato dos Professores da rede estadual) para suspender as aulas presenciais na cidade até o final de maio. Contudo, a Secretaria de Estado da Educação e os colégios privados ignoraram a decisão, já que há liberação do Plano São Paulo para atendimento presencial de até 25% dos estudantes e eles não foram citados na ação.

Após quase uma semana, a Prefeitura definiu apenas a suspensão das aulas na rede municipal e não se pronunciou sobre as demais redes, o que gerou fúria nos sindicatos envolvidos.

Em entrevista ao GRU Diário, o secretário municipal de Educação, Paulo César Matheus, disse que o acordo judicial não envolve as redes estadual e privada, já que não havia representantes destes setores.

Em nota nas redes sociais, a Apeoesp criticou a Prefeitura e informou, que em reunião ontem (3), o secretário de Educação disse que a gestão municipal não vai emitir novo decreto para impedir as aulas nas escolas estaduais e particulares. Já o Sinpro, além de solicitar cobrança de multa do Carbonell e demais escolas privadas com atendimento presencial, pediu medidas para garantir que o acordo seja cumprido.

Lourenço destacou que as escolas particulares e as estaduais não são parte neste processo. “Continuamos cumprindo o decreto municipal que está em vigor e limita a 30% a quantidade de alunos presencialmente. Estamos atendendo aos que mais precisam das escolas abertas. As crianças precisam das escolas, já há vários estudos sobre isso.”

Questionados, a Prefeitura não se pronunciou até a conclusão deste texto.

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