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‘Pó de pedra’ faz moradores do Bambi viverem no meio da poeira

Foto: enviada pelo leitor
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Moradores do Parque Residencial Bambi convivem há anos com uma situação crônica da região: as ruas não são asfaltadas e, com isso, diversos outros problemas vão surgindo e se acumulando. Conforme o tempo passa, diversos buracos se formam, a chuva faz as vias virarem um lamaçal e, recentemente, outra dor de cabeça surgiu para os vizinhos.

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Acontece que há algumas semanas, a Proguaru enviou uma equipe ao local e cobriu as ruas com um material chamado “brita graduada simples”. Os moradores o apelidaram simplesmente como “pó de pedra”. Quando um carro ou uma moto passa pelas ruas Hibisco, Amarílis ou Orlando Marques, as asas se enchem de poeira.

“Nós temos muitas dificuldades aqui. Essa é uma das piores, porque alguns moradores já têm problemas respiratórios, incluindo idosos e crianças, e essa situação agrava tudo”, afirmou um dos vizinhos, que pediu para não ser identificado.

O cenário e as reclamações já são antigos. Este repórter mesmo já escreveu ao menos cinco matérias diferentes sobre os problemas das ruas do Parque Residencial Bambi. Em 2017, pela Folha Metropolitana, constatou que a Prefeitura, já sob o comando de Guti (PSD), limpou as ruas e tapou alguns buracos somente para realizar uma festa junina. À época, a administração respondeu que estudava a viabilidade de asfaltar as vias.

A Proguaru informou que a pavimentação de ruas e avenidas “se dá por meio de contratação do serviço por parte da Prefeitura” e que, “no entanto, para o benefício ser implementado é preciso que as vias possuam rede de esgoto e a galeria de águas pluviais, o que não é o caso”.

Ainda segundo a nota, “as ruas citadas pela reportagem do GRU Diário já possuem processo administrativo e projetos junto a Prefeitura de Guarulhos”. A empresa também informou que não faz tapa-buracos nestas vias por elas serem de terra. “No caso das ruas Hibisco, Amarílis, Orlando Marques e adjacências foi utilizada na conservação a chamada brita graduada simples, que nada mais é do que um conjunto de pedras de diferentes tamanhos” para a conservação, conclui a administração.

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