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Plano São Paulo preserva 303 mil empregos no setor de serviços

Foto: Governo do Estado de São Paulo
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Cortes priorizaram funcionários mais qualificados e com maiores salários

Estudo do economista Eduardo Haddad, em parceria com pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) revela que o Plano São Paulo, instituído pelo governador João Doria (PSDB) em 27 de maio, garantiu a manutenção de 318 mil empregos. Destes, 95% se refere exclusivamente ao setor de serviços.

O levantamento foi apresentado em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na capital paulista, nesta segunda-feira (17), pela coordenadora do Conselho Econômico da Covid-19 do Estado de São Paulo, a economista Ana Carla Abrão.

A maioria dos postos de trabalho preservados são de trabalhadores com menor renda e escolaridade. Isso revela que os cortes se concentraram nos funcionários mais qualificados e com maiores salários – acima de três salários mínimos. O estudo indica ainda que 69% dos trabalhos preservados são formais. Além disso, 54% dos postos mantidos estão ocupados por homens.

Na opinião de Ana Carla, o Estado deve garantir melhora nos índices econômicos nos próximos meses. “Os indicadores mostram que em breve teremos regiões na fase verde”, afirma.

Guarulhos está na fase amarela do Plano São Paulo, com liberação de funcionamento de diversos segmentos, mas com restrições.

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