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Ministério Público de SC diz que vídeo da audiência do caso Mari Ferrer foi editado

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Foto: Reprodução

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Órgão afirma que o advogado de defesa teve conduta desrespeitosa com a vítima

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) divulgou uma nota, nesta quarta-feira (4), após a publicação do vídeo da audiência do Caso Mariana Ferrer pelo “The Intercept Brasil”, na terça (3). 

O órgão afirma que o vídeo publicado “não condiz com a realidade” e foi editado para esconder as intervenções do promotor em favor da vítima.  

Em trecho do vídeo, o advogado de defesa Cláudio Gastão da Rosa Filho, que defende André de Camargo Aranha, humilha e desqualifica Mariana por diversas vezes: “peço a Deus que meu filho não encontre uma mulher que nem você”, disse. E mostra fotos de trabalhos da Mariana para desqualificá-la, dizendo que são “posições ginecológicas”.

Mariana pede que a respeitem:

“Eu gostaria de respeito, doutor, excelentíssimo. Eu estou implorando por respeito, no mínimo. Nem os acusados, bem os assassinos são tratados da forma que eu estou sendo tratada, pelo amor de Deus, gente”.

No trecho público pelo jornal, nenhum dos três homens que acompanham a audiência, entre eles o promotor Thiago Carriço de Oliveira, interrompem o advogado nem apontam o desrespeito com o qual ele trata Mariana. 

Segundo o MPSC, a íntegra do vídeo apresenta inúmeras outras interrupções promovidas pelo Promotor de Justiça, pelo defensor público que atuava como assistente de acusação e pelo juiz. Por isso, o Ministério Público de Santa Catarina pediu o levantamento de sigilo do vídeo para que possam ter acesso à integra do conteúdo e mostrar as intervenções.

“Diante desse contexto, o Promotor de Justiça Thiago Carriço de Oliveira requereu ao Poder Judiciário o levantamento do sigilo do vídeo da instrução criminal, a fim de que os órgãos de controle possam ter acesso à integra do ato processual e, com base nessas informações, avaliar adequadamente a postura adotada, de modo que a garantia do sigilo, que é justificada na preservação da vítima, não inviabilize o direito à informação da sociedade, sem edições ou manipulações”, afirma o órgão, em nota. 

A postura do advogado de defesa é criticada pelo MPSC que considerou a atitude desrespeitosa em relação a Mariana e ressalta “que a exploração de aspectos pessoais da vida de vítimas de crimes sexuais não pode, em hipótese alguma, ser utilizada para descredenciar a versão fornecida por ela aos fatos”. 

O órgão ainda criticou o site “The Intercept Brasil” por usar o termo “estupro culposo” que não consta na sentença, tampouco na legislação brasileira, e considerou sua divulgação “proposital de desinformação”. 

O “The Intercept Brasil” inseriu uma atualização no site, ao final da matéria do caso da Mari Ferrer, falando sobre o uso do termo.

“A expressão ‘estupro culposo’ foi usada pelo Intercept para resumir o caso e explicá-lo para o público leigo. O artifício é usual ao jornalismo. Em nenhum momento o Intercept declarou que a expressão foi usada no processo”, escreveu o jornal. 

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