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Justiça mantém condenação de dois homens por racismo contra Maju Coutinho

Foto: Reprodução/Instagram
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Os condenados usavam perfis falsos nas redes sociais para atacá-la. Penas variam entre 4  e 5 anos de prisão 

O Tribunal de Justiça do Estado e São Paulo (TJ-SP) manteve a contenção, nesta terça-feira (18), de Erico Monteiro dos Santos e Rogério Wagner Castor Sales por atos de racismo, injúria racial, falsidade ideológica e corrupção de menores por induzirem três adolescentes à prática do crime.

Os crimes foram praticados pela internet e os ataques dirigidos contra a apresentadora do Fantástico, Maju Coutinho.

Um dos condenados deverá cumprir cinco anos e três meses de reclusão; enquanto o outro, quatro anos e seis meses de reclusão, ambos em regime inicial semiaberto.

Os ataques ocorreram em 2015 na página do Facebook do Jornal Nacional. Na época, Maju apresentava a previsão do tempo. Os condenados usavam perfis falsos nas redes sociais para atacá-la.

Para o relator do recurso, desembargador Augusto de Siqueira, “restou plenamente demonstrada a responsabilidade no tocante às injúrias raciais e ao racismo, assim como à corrupção de menores”.

O magistrado também notou que as ofensas atingiram “número indeterminado de pessoas, não apenas a ofendida, de modo que bem configuram o crime de racismo”.

“Inegável que os réus desejaram praticar e incitar a discriminação, mediante mensagens contra uma coletividade, com base na raça e na cor da pele. Estavam plenamente cientes de que as publicações tinham conteúdo reprovável – aliás, criminoso -, com repercussão negativa, suficiente para a retirada da página do Jornal Nacional do ‘ar’, após serem denunciadas”, concluiu.


O julgamento, decidido por unanimidade, teve a participação dos desembargadores Moreira da Silva e Cláudio Marques. 

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