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Guarulhenses são presos em megoperação da Polícia Civil contra golpe de namoro virtual

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

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Operação Anteros deteve 122 pessoas em SP e outros seis estados; grupo extorquiu mais de R$ 24 mi das vítimas

Um homem, de 26 anos, e uma mulher, de 28, foram presos na última terça-feira (15), no Pimentas, durante a Operação Anteros deflagrada pela Polícia Civil para desarticular uma organização criminosa que extorquiu mais de R$ 24 milhões de 437 pessoas. As vítimas eram escolhidas em redes sociais e aplicativos de namoro virtual. 

A ação foi coordenada pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Presidente Prudente departamentos da Polícia Civil de mais seis estados. 

Durante a operação foram presas 122 pessoas, incluindo os dois moradores de Guarulhos. Do total de prisões, 117 aconteceram na capital e na região metropolitana de São Paulo e as cinco restantes nos estados do Paraná, Roraima, Ceará e Santa Catarina. 

A Polícia Civil cumpriu 210 mandados de busca e apreensão que resultaram na apreensão de R$ 2 milhões e 12 veículos. Houve um flagrante por tráfico de drogas, com 11,5 quilos de cocaína, e foram bloqueados R$ 5 milhões entre bens e imóveis, além de contas bancárias.

Segundo a Polícia Civil, as investigações de outra operação, denominada “Voo de Ícaro”, ocorrida há um ano, desarticulou um grupo que usava drones para fazer entregas nas penitenciárias. A partir do celular de um preso, foram descobertas movimentações bancárias com valores expressivos que levaram aos criminosos que aplicavam os golpes pela internet.

Como funciona o golpe 

Os criminosos usavam perfis falsos nas redes sociais e aplicativos de namoro. Eles enviavam solicitação de amizade e começavam a conversa com as vítimas que se envolviam emocionalmente. As vítimas passavam a enviar fotos ou vídeos íntimos que era usados nas extorsões.

Ainda segundo a Polícia Civil, os crimes eram cometidos desde 2014, mas as vítimas desistiam de denunciar por vergonha e medo de serem expostas. Elas faziam os depósitos em dinheiro ao serem chantageadas em troca de não ter vídeos ou fotos divulgados. Em outras situações, as vítimas acreditavam estar em um relacionamento sério e atendiam a um pedido financeiro do golpista.

Foram identificadas 437 vítimas dessa organização criminosa, somando um prejuízo superior aos R$ 24 milhões. A estimativa da polícia é de que o grupo tenha aplicado o golpe em duas mil vítimas e movimentado cerca de R$ 250 milhões.

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