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Grupo Carrefour tem histórico de mortes, violência e racismo; relembre os casos

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Foto: Reprodução

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Público trouxe à tona outros casos após a morte de um homem negro nesta quinta-feira (19)

A repercussão e os protestos contra a morte de João Alberto Silveira Freitas, conhecido como Beto, trouxe à tona outros casos evolvendo o Grupo Carrefour. Beto, 40, foi espancado até a morte por dois seguranças de uma loja do Carrefour, no bairro Passo D’Areia, em Porto Alegre, na noite desta quinta-feira (19).

Relembre os casos

O vigilante Januário Alves de Santana, 40 anos, foi espancado por cinco seguranças após ser confundido com um assaltante ao tentar entrar no próprio carro. Santana foi levado a uma sala e espancado. O caso ocorreu em 2009 na loja do Carrefour em Osasco.

Januário foi espancado e acusado de roubar o próprio carro (Foto: Reprodução)

No mesmo mês, também em 2009, dois seguranças do supermercado Dia%, que pertencia ao Grupo Carrefour,  foram acusados de matar o pedreiro Ademir Peraro, 43 anos, em São Carlos (SP). A vítima foi espancada e morta no banheiro da loja com chutes, socos e golpes com um rodo. Ele teria furtado alguns produtos da loja que somavam R$ 26. O supermercado foi condenado a pagar R$ 250 mil aos familiares de Peraro, em 2016.

Atualmente, o Grupo Carrefour é formado pelas marcas: Carrefour Hiper, Carrefour Bairro, Carrefour Market, Carrefour Express, Carrefour Drogaria, Carrefour Posto, Atacadão e Supeco.

Em outubro de 2018, Luís Carlos Gomes, um homem negro e deficiente físico, foi agredido por funcionários do Carrefour do bairro Demarchi, em São Bernardo do Campo, após tomar uma lata de cerveja dentro da loja. 

Gomes foi perseguido pelo gerente da unidade e por um segurança, encurralado no banheiro onde foi espancado. Ao deixar o mercado, a vítima voltou a ser agredida e recebeu um mata-leão na esteira rolante do supermercado.

Foto: Reprodução

Neste ano, o representante comercial Moisés Santos, 59 anos, sofreu um infarto dentro da loja do Carrefour, no bairro Torre, em Recife. O corpo do funcionário foi coberto por guarda-sóis em um dos corredores do estabelecimento. A loja continuou aberta aos clientes, o corpo foi retirado quatro horas depois de sua morte. 

Corpo de Moisés coberto por guarda-sóis (Foto: Reprodução)

Demitida após denunciar racismo

Foto: Reprodução

Em um dos supermercados da rede Carrefour, o Atacadão, uma mulher negra foi demitida depois de denunciar a uma funcionária e aos canais de atendimento interno, que estava sendo vítima de racismo e intolerância religiosa por um colega de trabalho. 

No dia de sua demissão, a ex-funcionária, Nataly Ventura da Silva, 31, que trabalhava como auxiliar de cozinha, encontrou o seu avental com um recado: “só para branco usar”, assinado pelo funcionário.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) propôs a recontratação de Nataly, mas a empresa não quis admiti-la “para que ficasse de exemplo para todas as equipes”. 

Caso da Manchinha 

A cachorra Manchinha foi envenenada e espancada com uma barra de ferro por um segurança do Carrefour da unidade de Osasco, em novembro de 2018. Manchinha foi socorrida e levada a uma clínica veterinária, mas não resistiu e morreu em decorrência de uma hemorragia. O segurança não teve o nome divulgado e responde em liberdade por abuso e maus-tratos de animais.

Foto: Reprodução

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