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“Eu não consigo respirar”: protestos em todo o país pedem justiça pela morte de João Alberto

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Foto: Reprodução/Redes sociais

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Morte de Beto, na noite de quinta (19) gerou protestos e revolta em várias cidades

O Dia da Consciência Negra, celebrado nesta sexta-feira (20), foi marcado por protestos em várias cidades do país pedindo justiça pela morte de um homem negro, de 40 anos, em uma loja do Carrefour, no bairro Passo D’Areia, em Porto Alegre.

João Alberto Silveira Freitas, conhecido como Beto, foi espancado até a morte por dois seguranças brancos do supermercado na noite desta quinta-feira (19). 

Organizações do movimento negro, entidades sindicais e movimentos sociais se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, para pedir justiça a João Alberto. Os manifestantes marcharam pela avenida com faixas e cartazes e gritos de protestos. 

Um grupo protestou dentro de uma unidade do Carrefour, em Brasília, com faixas, cartazes de homens  negros e mulheres negras, e gritos: “Eu não consigo respirar!”, “Justiça para Beto!”, “Racistas, fascistas, não passarão.”

Manifestantes em Campo Grande (Foto: Reprodução/redes sociais)

Em Campo Grande, um ato contra a morte de Beto reuniu um grupo em frente ao Carrefour. “Precisamos mudar essa história. Chega de assassinatos. E não tem justificativa, é única e exclusivamente por ser negro e negra. Não queremos mais isso. Vidas negras importam”, gritou uma manifestante segurando um cartão escrito: “Chega de racismo”.

Na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, os manifestantes ocuparam os corredores do Carrefour aos gritos de “Carrefour, assassino”, e fecharam a loja. 

Em Belo Horizonte, uma unidade do Carrefour fechou as portas neste sábado (20) após a manifestação e gritos de protestos: “assassinos” e “racistas”. 

Outra loja do Carrefour na mesma cidade, localizada no Shopping Cidade, foi invadida pelos manifestantes aos gritos: “Carrefour, racista”.  Em Porto Alegre, um grupo se reuniu em frente a uma unidade do supermercado com alto-falante e palavras de protesto e na unidade onde Beto foi assassinado.

João Alberto, Beto, morto na noite de quinta (19 ()Foto: Reprodução/redes sociais)

Morte por asfixia

O laudo inicial apontou que Beto morreu asfixiado por estrangulamento, de acordo com a delegada e chefe de polícia do caso, Nadine Flor, em entrevista ao jornal Globo News. 

Os dois seguranças que assassinaram Beto foram presos em flagrante por homicídio homicídio triplamente qualificado: motivo fútil, asfixia e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. 

A empresa publicou uma nota lamentando a morte de Beto e disse que “em respeito à vítima, a loja será fechada” e “que adotará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos neste ato criminoso”, diz a nota.

De acordo com a mulher de Beto, Milena Alves Borges, o Carrefour não entrou em contato com a família para prestar solidariedade nem suporte. Milena presenciou a morte do marido e o ouviu pedindo socorro: “Milena, me ajuda”.  Os seguranças não deixaram Milena se aproximar e a empurraram. Beto chegou a ser socorrido, mas resistiu e morreu dentro do Carrefour.

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