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Greve paralisa totalmente a Linha 13 – Jade da CPTM em Guarulhos

Reprodução TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo
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CPTM acionou plano de emergência e considerou greve decretada pelo Sindcentral “inadmissível”

A Linha 13 – Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que liga o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Cumbica, à Capital, amanheceu totalmente paralisada nesta terça-feira (24) em decorrência da greve decretada pelo Sindcentral por questões salariais.

A greve também paralisou totalmente a Linha 12 – Safira e parcialmente a Linha 11 – Coral. A paralisação foi determinada pelo Sindcentral (Sindicato dos Trabalhadores de Empresas Ferroviárias na Zona Central do Brasil) que reivindica um aumento salarial referente aos anos de 2020 e de 2021.

Imagens da TV Globo mostram lotações nas plataformas de outras estações da CPTM (foto) impactadas pela greve.

De acordo com a CPTM, a adesão à greve nas linhas 12 e 13 de forma integral contraria decisão da Justiça do Trabalho que determinou a manutenção de 70% dos trabalhadores no horário de pico e 50% nos demais horários, sob pena de multa de R$ 100 mil diários.

A CPTM também acionou o sistema Paese (Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência) da EMTU e SPTrans para auxiliar os passageiros que serão afetados pela greve dos funcionários das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade nesta terça-feira (24/08) a partir das 4h.

O sistema emergencial atende entre as Estações Estudantes e Guaianases da Linha 13; •entre as estações Calmon Viana e Jardim Romano e no trecho entre Jardim Romano e Tatuapé da Linha 12, e entre a estação Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart da Linha 13.

Em seu Twitter, a CPTM disse que a greve é inadmissível e que os trabalhadores em greve vivem uma realidade diferente do País.

O Sindicato, porém, alegou que a CPTM mente ao dizer que a média salarial dos trabalhadores é de R$ 6,5 mil.

“Não é compreensível que a CPTM esteja inventando uma realidade diferente do que é praticada dentro da empresa, e que não tenha condições de repor as perdas de inflação dos últimos dois anos, tentando empurrar para os Trabalhadores e Trabalhadoras uma reposição em forma de crediário, a perder de vista. Exigimos respeito por parte da CPTM e que a empresa informe corretamente os salários da maioria dos Trabalhadores e Trabalhadoras, deixando de fora os altos”, diz o Sindcentral em uma moção de repúdio publicada em suas redes sociais.

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