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Gerente jurídico da Proguaru culpa pandemia pela possível extinção da empresa

Foto: Reprodução/TV Câmara
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Fipe vai apresentar estudo sobre falência da empresa no próximo mês

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados realizou na tarde desta sexta-feira (18) uma audiência pública para discutir a possível extinção da Proguaru (Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos). Em depoimento, o gerente jurídico da empresa, Luciano Pinto, afirmou que a pandemia do coronavírus é a principal causa pelo risco do fim da companhia.


“Tivemos mais de mil pessoas afastadas pela covid. Nós lutamos o máximo para manter a empresa aberta. O que querem passar é que a administração é contra a Proguaru e não é verdade”, disse Luciano.

A Prefeitura contratou a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) para avaliar se a Proguaru pode ser reestruturada ou se já está em estado de falência. O estudo deve ser apresentado até o final do próximo mês. Segundo Luciano, somente após o parecer da Fipe será possível constatar se a Proguaru será fechada no final do ano.

A audiência pública foi presidida pelo deputado federal Alencar Santana (PT). Ele criticou o prefeito Guti (PSD) pela proposta de extinção da empresa e citou vídeo gravado, durante a campanha eleitoral, em que o chefe do Executivo negou que iria fechar a Proguaru. Já a deputada federal Luiza Erundina (Psol) afirmou que não dá para entender o fechamento da empresa durante a pandemia, justamente em uma época de aumento do desemprego.

Representante da Comissão de Trabalhadores da Proguaru, Raul Campos Nascimento criticou a fala do gerente jurídico sobre a pandemia como causa do encerramento da empresa. “A Proguaru foi a primeira empresa que me acolheu regularmente. O desemprego em Guarulhos é muito grande”, disse.  

Se for fechada, a Proguaru vai demitir mais de 4,7 mil pessoas. Como a empresa não tem caixa para pagar os direitos trabalhistas dos funcionários, a Prefeitura deve assumir esses encargos, conforme foi informado pelo diretor administrativo-financeiro da Proguaru, Ricardo Ferreira Bortoleto, em depoimento à CEE (Comissão Especial de Estudos) da Proguaru, Câmara Municipal, na última terça-feira (15).

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