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Estudo da Linha 19 – Celeste até Guarulhos deve custar até R$ 99 milhões ao Metrô

Metrô
Foto: divulgação
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Metrô recebeu no dia 20 propostas de três consórcios para estudo do trajeto que prevê cinco estações na cidade

O Metrô deverá investir até R$ 99 milhões para viabilizar o estudo da Linha 19 – Celeste, que deve sair do Anhangabaú e chegar até Guarulhos, com cinco estações, uma delas no Bosque Maia.

Na última terça-feira (20), a companhia recebeu proposta de três consórcios habilitados na fase técnica para elaboração do projeto deste trajeto, conforme noticiado pelo GRU Diário.

De acordo com ata da reunião realizada, o consórcio MNEPIE (formado pelas empresas Maubertec, Nova Engevix, Pólux, Intertechne e EGT) apresentou a menor cobrança pelo estudo, estimada em R$ 93,4 milhões, e obteve também a maior nota técnica para realização do serviço.

Já os consórcios Linha 19 Celeste (Promon, Copem, Tekhnites, SMZ, JBM, Tetraarq, Themag e Núcleo) e Sener Setepla – Future ATP – EGIS (Sener Setepla Tecnometal, Future ATP e EGIS) tiveram notas técnicas inferiores e apresentaram propostas superiores a R$ 99 milhões.

Questionado pela reportagem sobre o processo, o Metrô informou que as propostas para a elaboração do Projeto Básico da Linha 19-Celeste foram recebidas e estão em fase de julgamento.

“Depois dessa etapa é que será possível homologar o vencedor e assinar o contrato para iniciar esse estudo que detalha todo o traçado da linha e das estações, fornecendo as informações para a contratação das obras e definição do modelo de implantação da linha”, diz trecho da nota. 

Sobre o projeto da Linha 19 – Celeste

Neste primeiro trecho que chega a Guarulhos, a Linha 19-Celeste terá 17,6 km de extensão, com um total de 15 estações: Bosque Maia, Guarulhos, Vila Augusta, Dutra, Itapegica, Jardim Julieta, Jardim Brasil, Jardim Japão, Curuçá, Vila Maria, Catumbi, Silva Teles, Pari, São Bento e Anhangabaú.

A expectativa de passageiros é de 630 mil por dia, com tempo de viagem estimado em menos de 30 minutos. A linha deve ser gerida pela iniciativa privada, similar ao controle da Via Quatro na Linha 4-Amarela.

A obra deve custar em torno de R$ 15 bilhões e ainda não há previsão para o início das obras. Pelo menos 40 trens devem estar à disposição do trajeto.

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