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Escolas particulares de Guarulhos: redução na mensalidade é exceção na pandemia

Foto: Freepik
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Quase 70 mil alunos estudam nos colégios particulares de Guarulhos e não podem frequentar as aulas por causa da quarentena. Diante disso, os pais devem pagar as mensalidades integralmente se os filhos estão em casa? O GRU Diário conversou com sobre o assunto com o presidente da Associação das Escolas Particulares de Guarulhos (AEG), Wilson Lourenço.

O Ministério da Justiça orientou os Procons que os pais ao matricularem seus filhos nos colégios particulares fazem um contrato anual. Ou seja, as mensalidades devem ser pagas normalmente, já que se tratam apenas de parcelas de um acordo único.

Com a pandemia do novo coronavírus, parte das unidades adota o ensino à distância (EAD) e continua o ano letivo, enquanto outras anteciparam as férias, assim como as escolas estaduais e municipais.

Diante do cenário econômico complexo, com muitas demissões e funcionários com salários reduzidos, Lourenço explica que podem ser feitas renegociações, mas isso varia de cada caso. “A situação de um funcionário público, com salário em dia, é diferente de um comissário de bordo, que está em casa sem remuneração”, avalia.

Lourenço conta que, mesmo sem aulas presenciais, as escolas têm custos fixos, como manutenção dos salários dos professores. E algumas podem ter maior dificuldade para conceder descontos.

“Tem escolas que não têm margem de 10%. Não dá para comparar uma escola da Vila Galvão com uma no Presidente Dutra ou de Arujá”, cita.

Na avaliação de Lourenço, o retorno às aulas, quando ocorrer, não deve permitir todos os alunos juntos novamente. “No começo, é provável que uma escola com 200 alunos, por exemplo, possa ter 100 estudantes em cada dia para evitar aglomerações.”

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