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Cloroquina eleva em até 37% o risco de morte por covid-19, diz estudo

Foto: Divulgação
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Em Guarulhos, pelo menos 40 pacientes fizeram uso da substância

Um estudo feito com 96 mil pacientes, o maior grau de mensuração até o momento, e publicado na renomada revista científica The Lancet afirma que a cloroquina, remédio produzido em massa pelos laboratórios militares a pedido do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), aumenta em até 37% o risco de pacientes com covid-19 falecerem.

A cloroquina, quando utilizada sem outro medicamento, causa um aumento de 37% no risco de mortalidade e de 256% em arritmia cardíaca, segundo o estudo.

Se combinada com algum antibiótico, o risco de morte se mantém no mesmo nível citado anteriormente, mas a chance de arritmias cardíacas graves cresce 301%.

Ainda de acordo com o estudo liderado pelo professor Mandeep Mehra, da Escola de Medicina de Harvard, os pacientes que tomaram a hidroxicloroquina tiveram um aumento de 34% no risco de mortalidade e de 137% no de arritmias cardíacas graves.

Se combinada com antibióticos, o risco de morte cresce 45%, com aumento de 411% na chance de se ter uma arritmia cardíaca grave.

A pesquisa contou com pacientes de 671 hospitais de seis continentes, internados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril de 2020.

Entre os 96.032 pacientes da pesquisa, 14.888 foram tratadas com alguma combinação ou variação da cloroquina nos dois primeiros dias de internação.

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