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Carga de 2,3 milhões de kits de intubação chega a Guarulhos para atender ao País

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kit intubação
Foto: divulgação

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Quantidade de medicamentos para o Estado de São Paulo deve durar apenas cinco dias

Uma carga com um lote de 2,3 milhões de kits para intubação para pacientes com covid-19 chegou ao Aeroporto Internacional de São Paulo/ Guarulhos, em Cumbica, na noite de quinta-feira (15), para serem distribuídos em todo o País.

Os kits foram comprados por um grupo de empresários e doados ao Ministério da Saúde. A quantidade distribuída para o Estado de São Paulo deve durar cinco dias. Não ter o medicamento para intubação é equivalente a torturar o paciente que precisa de tal procedimento, de acordo com médicos.

Os medicamentos foram adquiridos de Lianyungang, na China. A compra destes medicamentos também é mais um capítulo da disputa entre o governo federal e os Estados.

Na terça-feira (13), a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) informavam que mais de 300 hospitais tinham estoque destes sedativos por apenas mais cinco dias.

O governador João Doria (PSDB) culpou o governo federal pelo desabastecimento no Estado.

“É a irresponsabilidade do Ministério da Saúde pela determinação de um confisco que não produziu nenhum resultado exceto o drama da dificuldade de termos insumos para intubação em todo o Brasil. O problema é de todos os estados e municípios. Cobro o Ministério da Saúde de atividades corretas e a liberação dos fabricantes. Nada de estabelecer mais sequestro. Libere. Se não tem capacidade administrativa nem logística, deixe que os estados sabem fazer”, disse o governador na quarta-feira (14).

Na quinta-feira (16), o ministro da Saúde afirmou que a responsabilidade da aquisição destes medicamentos é de Estados e Municípios.

“A obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios. Todavia, estamos em uma emergência pública internacional e nós temos que tomar as providências necessárias para assegurar o abastecimento em todo o país, principalmente em municípios menores que não têm condições de compra”, disse Queiroga. 

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