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Bolsonaro critica quarentena e incita volta às aulas contra coronavírus

Foto: Isác Nóbrega/PR
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Em discurso feito em rede nacional na noite desta terça-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) minimizou os efeitos do coronavírus, ao qual voltou a tratar como uma “gripezinha” e criticou a ação de governadores de impedir a circulação de pedestres, assim como o fechamento de escolas.

“O que se passa no mundo mostra que o grupo de risco é de pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas?”, questionou o presidente. De acordo com ele, “raros são os casos fatais, de pessoas sãs, com menos de 40 anos de idade”.

Esta parte do discurso contraria especialistas que apontam que apesar de serem assintomáticos, jovens e crianças e são grandes vetores de transmissão.

Bolsonaro também culpou a mídia por espalhar a sensação de pânico. Segundo ele, o clima propiciado pelas mortes na Itália, que já ultrapassam quatro mil, foi o suficiente para que grandes veículos de comunicação fizessem mais alarde que o necessário.

O presidente reforçou ainda que o impacto maior do coronavírus será sentido na economia e pregou que a situação deve voltar ao que era antes da chegada do vírus no país. “O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos, sim, voltar à normalidade”, disse.

O presidente, que esteve cercado de pessoas contaminadas, também resiste a mostrar os resultados de seus testes para coronavírus. Por duas vezes, ele disse que os resultados foram negativos.

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