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Bacelarismo: Quando o Paulistinha vira Paulistão

Foto: Reprodução
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Palmeiras tem uma semana (santa – ou melhor não escrever esse nome?) para evitar o maior vexame de sua história

É, meus amigos. O Água (Santa) fechou março e o verão surpreendendo. E abril (leia com “l” ou “u”), outro mês, da mesma forma. 

Quando aquele famoso jornalista, já citado nesta coluna, disse que a Sociedade Esportiva Palmeiras tinha passado a maior vergonha da sua história, em 2016, na derrota por 4 a 1 para o mesmo Água Santa, não tinha ideia do que poderia acontecer sete anos depois. Novamente, num domingo de Páscoa.

Sim, se o goleiro Ygor Vinhas não for vazado, o time de Diadema será campeão paulista, dez anos depois do seu primeiro jogo como profissional. E justamente contra o Palmeiras, que o colocou no mapa. A mesma equipe que o rebaixou há três anos no mesmo Allianz Parque. Caso isso aconteça, repetindo as palavras do jornalista, digo, sem medo de errar, que será o maior vexame da existência palmeirense. Aliás, o áudio do então repórter será compartilhado (de novo) à exaustão. Que coisa maluca é essa vida, não é mesmo? 

Para evitar que isso ocorra, o multicampeão Palmeiras tem que encarar o Paulistinha como Paulistão. Jogar sério. Mostrar o porquê é o melhor time do Brasil. Não deixar o Netuno respirar. 

Sinceramente, acredito numa vitória tranquila do Verdão. Nada parece abalar a equipe treinada pelo português Abel Ferreira. 

Mas cuidado! Naldo Benny já nos ensinou que ninguém segura a Água. Essa Água é Santa. E na semana santa (olha aí) tudo pode acontecer. Aliás, já repararam no tamanho da cruz que tem na camisa do time de Diadema?

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