O futebol não é a solução para todas as mazelas do planeta. Mas é inegável que o mundo seria muito pior sem o encanto que o esporte e, principalmente, a Copa, proporcionam para nós
Falta pouco. Falta menos de um mês para o maior espetáculo da Terra. Não importa se você gosta ou não de futebol: não há como não ser impactado pela Copa do Mundo.
Não interessa também qual é o seu gênero, raça, nacionalidade, religião ou partido político. Pode puxar aí na sua cabeça: você tem uma memória relacionada à Copa. Não falo apenas de um jogo, um gol ou um lance genial. Muito menos de títulos.
Falo de vivência, confraternização e aquele clima que só a principal competição de seleções do planeta pode nos proporcionar. Porque a Copa do Mundo, no fundo, é isso: é magia!
Vivemos em um mundo problemático. E muitos dos problemas estão relacionados aos EUA, uma das sedes do torneio. O futebol não é — e nem poderia ser — a solução para todas as mazelas do planeta. Mas é inegável que o mundo seria muito pior sem o encanto que o esporte e, principalmente, a Copa, proporcionam para nós.
Já imaginaram um planeta sem Copa? Quantas histórias deixaríamos de contar, quantas lágrimas de emoção deixariam de rolar? Quantos sorrisos seriam evitados? Festas? Abraços? Beijos?
De acordo com a terapeuta Virginia Satir, precisamos de oito abraços diários para nos mantermos saudáveis e 12 para prosperar. Ou seja, a Copa é, além de tudo, saúde e prosperidade.
Mas para você que acha tudo isso uma bobagem ou replica aquela velha e maldita frase “o futebol é o ópio do povo”, vamos falar de números? A Copa do Mundo de 2026 deve gerar cerca de 824 mil empregos e movimentar mais de 80 bilhões de dólares. Então, a Copa não vai gerar apenas abraços, beijos e sorrisos. Vai gerar renda, girar a economia e fazer famílias terem dias mais tranquilos e felizes.
E essa Copa vai ser ainda mais especial: 48 seleções. Número recorde de participantes, jogos e atletas. Isso significa mais lembranças, mais celebrações e mais nações envolvidas na festa.
Então, é isso. Já estou ansioso para a bola rolar. E, a partir do dia 11 de junho, só terei uma coisa a dizer: “É Copa do Mundo. E nada mais!”.



