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Anvisa aprova documentos do segundo pedido para uso emergencial da Coronavac

Coronavac
Foto: divulgação/Sinovac/Biotech
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Autorização é referente ao uso de 4,8 milhões de doses que serão envasadas no Butantan

O segundo pedido de uso emergencial da Coronavac teve a sua primeira etapa de documentação concluída pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e aprovada nesta terça-feira (19). A vacina contra a covid-19 é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

“A primeira etapa de triagem foi concluída de forma satisfatória”, disse a Anvisa. O novo pedido para uso emergencial de 4,8 milhões foi enviado na segunda (18) pelo Butantan.

De acordo com a Anvisa, a triagem é uma etapa inicial, feita nas primeiras 24 horas, para verificar a admissibilidade do pedido. É feita uma conferência, como um checklist, para saber se os documentos apresentados cumprem os requisitos regulatórios estabelecidos.

A agência ressalta que a análise do pedido de uso emergencial ainda não foi concluída. A Anvisa tem até dez dias para avaliar os documentos. As etapas podem ser acompanhadas no painel de análise das vacinas contra a covid-19.

“Neste segundo pedido, a Anvisa vai considerar as novas informações submetidas nesta segunda-feira, bem como aquelas já enviadas à Agência na primeira solicitação de autorização de uso emergencial feita pelo Butantan. Muitos documentos, estudos e dados são comuns aos dois pedidos. Não haverá retrabalho”, afirmou a agência. 

O segundo pedido é referente ao envase das doses nas instalações do Instituto Butantan. No pedido anterior, aprovado no último domingo (17), as vacinas foram importadas, já estavam prontas e envasadas.

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