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À beira do colapso com 96% de UTIs cheias, Prefeitura alugará 29 leitos na rede particular

Hospital NeuroCenter
Foto: reprodução/Google Street View
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De 15 hospitais particulares consultados pelo poder público, apenas um tinha vagas disponíveis

Com a rede municipal de saúde à beira do colapso por conta da alta de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para covid-19 nos hospitais públicos de Guarulhos, que chegou a 96% nesta quinta-feira (4), o prefeito Guti (PSD) anunciou que irá contratar 29 leitos de um hospital particular da cidade.

Em apenas um dia, a taxa de leitos de UTI saltou de 88,2% na quarta-feira (3) para 96%. Já a taxa de leitos de enfermaria dos hospitais públicos da cidade subiu de 81,6% para 92,5%. 

O secretário de Saúde José Mario Stranghetti, que participou da live feita pelo prefeito, ressaltou a dificuldade de conseguir novos leitos para atender a população guarulhense na rede privada, que também sofre com a alta demanda de leitos de UTI. O Hospital Carlos Chagas, por exemplo, deve abrir mais 10 leitos de UTI nesta semana para atender pacientes de Guarulhos e de cidades vizinhas do Alto Tietê.  

“Desde segunda-feira abrimos vários ofícios para vários hospitais particulares da cidade.  Foram 15 hospitais [contatados]. Um respondeu, o NeuroCenter”, disse o secretário. O Hospital Neurocenter disponibilizou 20 leitos de UTI e 9 leitos na enfermaria. 

Guti também afirmou que vai ao Governo do Estado solicitar mais recursos, junto de prefeitos do Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê), solicitar mais recursos para as cidades.

“Já adotamos um diálogo com o governo do Estado, com o secretário Vinholi, para pedir recursos para que a gente possa abrir mais leitos de UTI aqui no município e no Condemat”, disse Guti.

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde a região registra taxa de ocupação de leitos UTI em 89,4% (data base 01/03). Desde o início da semana as unidades hospitalares de Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Santa Isabel enfrentam condições críticas, chegando ao limite da capacidade de atendimento.

(Com informações de Mari Cavalcante)

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