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Zanotti afirma que muitos trabalhadores da Proguaru são aposentados e querem se demitir

Foto: Reprodução/TV Câmara Guarulhos
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Presidente do Stap prestou depoimento à CEE da Proguaru nesta terça-feira

O presidente do Stap (Sindicato dos Funcionários Públicos de Guarulhos), Pedro Zanotti, prestou depoimento na tarde desta terça-feira (10) à CEE (Comissão Especial de Estudos) da Proguaru, na Câmara Municipal.

Contrário ao fechamento da empresa de economia mista, que vai demitir 4,7 mil trabalhadores no final do ano, Zanotti disse que a Prefeitura deveria pensar nas pessoas que serão demitidas.

De acordo com o sindicalista, muitos funcionários da Proguaru são aposentados e não podem se demitir, já que a legislação federal orienta que eles deixem o serviço apenas quando completarem 75 anos. Na opinião dele, uma estratégia seria facilitar a demissão daqueles que desejam deixar a empresa.

Relatório da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), entregue à Prefeitura na semana passada, recomendou o fechamento da Proguaru pela insolvência da empresa. Um dos problemas apontados pela auditoria é que 22% dos funcionários são inativos ou estão afastados.

Para Zanotti, a Fipe não apontou em seu relatório quais medidas podem ser adotadas para recuperar a empresa. Ele disse que o salário médio dos trabalhadores é de R$ 1.288.

O sindicalista reclamou de a Prefeitura não ter discutido o fechamento da Proguaru na CPN (Comissão Permanente de Negociação). Ele informou ainda que recusou o convite da gestão municipal para discutir o PDV (Plano de Demissão Voluntária) da empresa.

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