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Vitor da Farmácia cita armação e diz que não foi ouvido em processo que pode barrar sua reeleição

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Vitor da Farmácia
Foto: reprodução/Facebook

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Vereador tenta na Justiça reverter impugnação de candidatura e afirma que juiz cometeu equívocos ao falar que houve desvio de medicamentos

O vereador Vitor da Farmácia (PTC) afirmou ao GRU Diário, nesta quarta-feira (16), que foi vítima de uma armação de assessores demitidos por ele em 2011 e que sequer foi chamado para ser ouvido no processo que prejudica a sua reeleição à Câmara Municipal nas eleições deste ano.

Na segunda-feira (14), o GRU Diário publicou que o juiz Mauricio Fiorito, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), negou recurso e aceitou o argumento de que Vitor foi considerado inelegível com base em uma condenação de uma ação civil pública que o acusou de desvio de medicamentos do Hospital Padre Bento e da contratação de funcionários fantasmas.

O vereador afirma, porém, que sequer há alguma relação do processo com o Hospital Padre Bento. De acordo com ele, o juiz cometeu um equívoco.

Vitor afirmou que tinha um assessor, de nome Carlinhos, que pegava alguns medicamentos em uma associação de um homem chamado Tanius. De acordo com Vitor, não havia nada ilegal neste processo ou qualquer relação com o Hospital Padre Bento. A confusão teria ocorrido porque a associação de Tanius ficava na rua do Teatro Padre Bento, no Jardim Tranquilidade.

“Eu sou dono de uma drogaria, vendo medicamentos, jamais precisaria desviar medicamento de hospital nenhum. Estou apanhando sem merece. Se eu tivesse desviado medicamento de um hospital eu já estaria algemado e preso”, afirmou o vereador.

De acordo com Vitor, quando demitiu 11 assessores em 2011 porque não acreditava que o trabalho deles estivesse rendendo, houve uma insatisfação do grupo que armou para tentar prejudicá-lo.

O vereador contou que por conta de uma denúncia anônima chegou a ser alvo de diligências da Polícia Civil em sua drogaria e em seu escritório, ambos no Jardim Presidente Dutra, em 2011, mas que nada foi encontrado e o processo foi arquivado. Ele disse estranhar que o processo tenha prosperado na Justiça comum.

“Eu sequer fui ouvido neste processo. Quanto a pessoa que disse que não trabalhava, teve que contratar advogado e testemunhas pra reverter e afirma ter trabalhado perante juiz na audiência, negando tudo que falou para o promotor. O juiz eleitoral deveria somente julgar minha condição se era elegível ou não, ele foi buscar nos autos algo que me condenasse, sem eu ter sido condenado. Meu caso está pra um filme. Relator deveria se atentar a minha condenação e não buscar argumentos ou indícios para me deixar inelegível. Estamos entrando com efeito suspensivo. E acreditando”, afirmou Vitor da Farmácia.

Ele afirmou e comprovou para a reportagem que obteve parecer favorável do Superior Tribunal de Justiça no recurso que apresentou neste processo e que também levou ao Tribunal Superior Eleitoral o caso de sua candidatura.

Vitor foi reeleito vereador pelo PTC com mais de 3 mil votos, mas teve sua candidatura indeferida por conta deste processo, que o condenou por enriquecimento ilícito e dano ao erário público, mas ele afirma que também não houve aumento de seu patrimônio neste período.

“Tenho a mesma casa até hoje. Não sei de onde surgiu esta história de enriquecimento ilícito”, afirmou.

No processo, Vitor ainda é acusado de “rachadinha”, que ocorre quando um político exige uma contribuição forçada do salário de seus assessores.

“Nunca houve isso. O que acontecia era de os assessores colaborarem entre R$ 20 a R$ 100 para a manutenção da associação que eles mesmos quiseram criar”, concluiu Vitor.

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