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Uso da tecnologia é questão de sobrevivência para o empreendedor em tempos de pandemia

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Tatiane Andreza
Foto: Tatiane Andreza
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Considerado um país empreendedor, o Brasil realmente ostenta números que justificam a fama: mais de 50 milhões de brasileiros desenvolvem atividades empreendedoras. Na esteira deste dado positivo, no entanto, vemos um cenário desfavorável. O Sebrae aponta que cerca de 45% dos empreendimentos fecham as portas até o segundo ano de funcionamento.

Tais dificuldades se devem a vários motivos. O maior, talvez, seja a histórica ausência de uma cultura empreendedora. O brasileiro nunca teve uma educação financeira ou de empreendedorismo, algo que vem sendo mudado nos últimos anos, mas que deixa marcas em uma população que buscou abrir seus negócios mais por necessidade, diante das várias crises pelas quais o País passou.

O que o brasileiro tem de bom nesse cenário? A propensão empreendedora! Somos naturalmente capazes de superar desafios, através da inspiração e da esperança. O brasileiro não desiste nunca, como diz o ditado.

E, em momentos como este, de uma árdua realidade, os obstáculos se mostram ainda maiores, tornando essencial a necessidade de uma “reinvenção” para se manter ativo no mercado.

Ao longo do desenvolvimento de pequenos negócios é importante que os empreendedores compreendam que criar canais de relacionamentos com o seu cliente é fundamental. Principalmente quando se trata de empresas que operam predominantemente de forma presencial, como comércio, padarias, minimercados, açougues e restaurantes, entre outros.

Esses canais, ao logo do tempo, se transformarão em conexões de divulgação de seus produtos e serviços. Mas, que canais são esses? A tecnologia, no mundo atual, nos permite utilizar recursos de interação de forma remota, com aplicativos como o WhatsApp e redes sociais, como o Instagram e o Facebook. Quando bem trabalhadas essas ferramentas podem ampliar a sua rede de clientes.

Como? Atendendo o seu cliente de forma personalizada, compreendendo o seu perfil, o que ele mais consome em seu negócio, pegando os seus contatos e informando quando o seu produto preferido chegar em seu comércio. Isso para citar apenas um exemplo de interação.

Esse tipo de relacionamento garante uma adaptação mais rápida para um período de necessidade inesperada, como é esta, na qual a quarentena obrigou empreendedores a baixarem as portas físicas. Com o relacionamento digital consolidado, atender os clientes de forma online torna-se mais fácil.

Se no decorrer do desenvolvimento do seu negócio você não pensou sobre formas de relacionamentos digitais com os seus clientes é possível iniciar agora essa estratégia. Os mecanismos das redes sociais oferecem opções de padronização para que a sua divulgação atenda apenas o entorno do seu negócio, por exemplo.

Utilizando a tecnologia a seu favor, seus clientes vão saber que você continua trabalhando intensamente. E que ele pode continuar comprando tranquilamente no local em que ele confia.

Enfim, o empreendedor brasileiro, que já tem intrínseca as características de adaptação e inovação, pode potencializar esse perfil para buscar outras formas de se relacionar com os clientes e permanecer vivo após a crise.

Sobre Tatiane Andreza

Tatiane Andreza é pesquisadora e professora nos cursos de Gestão na Fundação Santo André e Centro Paula Souza. É mestre em Administração com mais de 15 anos de experiência em gestão financeira e empreendedorismo.

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