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Universidade distribui chips de dados para alunos estudarem em casa

Foto: Diulgação
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Objetivo é facilitar a vida dos estudantes, já que muitos têm problemas com o acesso a sinal de internet para realizar as aulas online

O ENIAC fechou parceria com uma empresa de telefonia para distribuir gratuitamente um lote inicial de 350 chips, com 6 GB de dados, aos seus alunos que estão com dificuldades para acessar a internet durante a quarentena. A distribuição começa no início de junho.

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A ideia da instituição é que o estudante, ao colocar um desses chips em seu celular ou tablet, possa baixar todas suas atividades e os conteúdos mensais para uso posterior das aulas online, em uma velocidade de 50 Mbps para download e 10 Mbps para upload.

Diretor de Operações do ENIAC, Miguel Sanchez explicou que a entrega dos chips aos alunos será realizada aos sábados, por meio da estrutura de drive-thru já disponível no Campus Centro (Rua Força Pública, nº 89), através da qual é feita a distribuição de material didático e o acesso ao programa Car Working, que oferece sinal de wi-fi de alta velocidade para os alunos, no estacionamento da instituição.

“Agora, essa estrutura também vai servir para entregarmos os chips. Basta que os alunos, regularmente matriculados, apresentem seus registros acadêmicos e assumam um acordo de sessão trocando as apostilas físicas pelo chip”, afirmou.

O acordo firmado com a empresa de telefonia prevê a entrega de 350 chips no primeiro lote, mas a parceria não limita a quantidade de chips que ficará à disposição dos estudantes do ENIAC. “Além disso, também temos conversas avançadas com outra operadora”, salientou.

Como cada celular ou tablet possui um espaço diferente para encaixar o chip, os produtos disponibilizados pelo ENIAC são “triplo corte”, ou seja, podem ser destacados no tamanho certo, de acordo com cada aparelho, sem necessidade de uso de tesouras ou alicates.

O fundador do Eniac, o professor Ruy Guérios, ressaltou que a medida ajuda a evitar o déficit educacional dos estudantes e permite que eles continuem em casa, reduzindo os riscos de disseminação do coronavírus.

“Estamos atentos aos problemas que os brasileiros enfrentam para acessar a internet. Segundo matéria da Folha de S. Paulo, 70 milhões de pessoas que moram em nosso país possuem um acesso precário à rede. Mais uma vez, o ENIAC se preocupa em democratizar o ensino”, conclui o professor.

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