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Tony Auad: Stênio Garcia processa as filhas por apartamento em Ipanema

Stênio Garcia, ator
Foto: Reprodução/Instagram
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Ator afirmou estar “indignado” por não ter acesso ao imóvel do qual é usufrutuário

Hoje inicio minha coluna comentando a ação que o ator Stênio Garcia move contra suas filhas, Cássia e Gaya, por abandono de incapaz e apropriação de bens.

O ator, atualmente com 93 anos, também fundamenta o processo na disputa envolvendo um apartamento localizado na Rua Barão da Torre, em Ipanema, no Rio de Janeiro.

A bem da verdade, a Constituição brasileira garante a Stênio Garcia o direito de usufruir dos bens conquistados ao longo da vida, especialmente considerando sua idade.

Em contato com a coluna, o ator afirmou estar “indignado” por não ter acesso ao imóvel do qual é usufrutuário. Segundo ele, seus direitos estariam sendo violados — e o usufruto, por sua natureza, não pode ser desrespeitado.

De acordo com o relato, a mãe das filhas teria alugado o apartamento em 2019 sem o seu conhecimento. A situação teria causado grande impacto no ator, já que, segundo ele, as filhas assinaram a documentação e passaram a dividir o valor do aluguel entre si.

Diante desse cenário, Stênio afirma que foi obrigado a recorrer à Justiça em outubro de 2025. Ele também declarou que, sem o apoio da família de sua atual esposa, Marilene Saad, sua situação poderia ser ainda mais grave.

Com problemas de saúde decorrentes da idade, o ator diz viver atualmente de sua aposentadoria e do auxílio da família da esposa, que, segundo ele, sempre esteve presente.

Na ação, Stênio busca reaver a posse do imóvel, situado em uma das regiões mais valorizadas da zona sul carioca. No entanto, o caso se torna mais complexo pelo fato de o imóvel ter sido doado às filhas quando ainda eram menores de idade.

A partir das informações apresentadas pelo ator em entrevista aos portais Metrópoles Splash UOL, ele afirma não ter condições financeiras suficientes para sua subsistência, vivendo apenas com a aposentadoria do INSS. Caberá à Justiça decidir os desdobramentos do caso.

Frase final: O seu direito começa quando termina o do outro.

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