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Terminal Pimentas recebe ação de conscientização sobre direitos e inclusão de pessoas com deficiência

Ação da Acessibilidade Terminal Pimentas
Foto: Umaitá Pires/PMG
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Iniciativa integra a Semana da Pessoa com Deficiência e levou orientações à população sobre acessibilidade e respeito

Na última sexta-feira (22) a Prefeitura de Guarulhos, por meio da Subsecretaria de Acessibilidade e Inclusão da Secretaria de Direitos Humanos, realizou no Terminal de Ônibus Pimentas uma ação de conscientização sobre inclusão e garantia de direitos dos PCDs (pessoas com deficiência). A atividade faz parte da Semana da Pessoa com Deficiência “Construindo uma Cidade Mais Inclusiva”, que terá sequência nesta terça-feira (26), às 11h, com uma roda de conversa na EPG Amador Bueno, no Taboão, voltada a professores, pais e alunos.

Durante a ação, os funcionários da pasta distribuíram panfletos sobre os serviços oferecidos pela administração municipal e apresentaram à população símbolos importantes de identificação, como o cordão de girassol, usado por pessoas com deficiências ocultas, e o cordão de quebra-cabeça, destinado a pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Uma placa com o novo símbolo de acessibilidade também foi exposta no local.

“Nosso objetivo é levar informação e conscientização aonde as pessoas estão para que a inclusão seja uma prática cotidiana. Cada ação serve para garantir que os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados em todos os espaços da cidade”, destacou a subsecretária de Acessibilidade e Inclusão, Mayara Maia.

A iniciativa foi bem recebida pelos usuários do transporte público. Ceci Maria dos Santos, de 59 anos, acompanhada do neto Guilherme, de 8, diagnosticado com TEA, relatou dificuldades no dia a dia.

“Quando pegamos ônibus com ele, as pessoas não dão lugar. Não respeitam o direito dele. Elas precisam entender que tem o cartaz nas cadeiras amarelas para as pessoas com deficiência”, afirmou a moradora da Vila Real, que considera a campanha essencial.

Luciana Cabral Ramos, de 42 anos, moradora de Bonsucesso e profissional da educação, também ressaltou a importância da descentralização das atividades.

“É muito importante ações assim, principalmente em bairros carentes de informação. Antes, pessoas com deficiência eram excluídas porque não tinham visibilidade. Hoje, com mais informação e campanhas, a sociedade pode avançar”, disse.

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