Presidente disse que vai ajudar cerca de 750 mil caminhoneiros sem detalhar critérios
Transportadoras de combustíveis fazem paralisação nesta quinta-feira (21) contra o preço do do diesel, gás de cozinha, gasolina e outros derivados do petróleo.
Segundo o Sindtanque-MG, caminhoneiros de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo aderiram ao movimento.
Em Minas Gerais, cerca de 1.500 caminhões estão fora de operação e não há previsão para retomar as atividades.
“Não aguentamos mais as altas dos combustíveis. O diesel representa hoje quase 70% do custo do frete. As transportadoras estão quebrando. Enquanto o governo não der uma satisfação para a categoria, a categoria não vai voltar a trabalhar”, disse o presidente da entidade, Irani Gomes, à Folha.
No Rio de Janeiro, os tanqueiros impediram a entrada de caminhões nas distribuidoras de Campos Elísios, na Baixada Fluminense segundo o Sindicomb (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes)
Na segunda-feira (18), grupos de caminhoneiros prometem fazer greve em 1º de novembro caso o governo não reduza o preço do diesel, além de outras reivindicações
Para compensar a alta do preço do combustível, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)) prometeu, nesta quinta (21), pagar um auxílio a cerca d 750 mil caminhoneiros autônomos. No entanto, Bolsonaro não deu detalhes sobre os critérios para fornecer o benefício.
Ele esteve em Pernambuco para participar do evento Jornada das Águas: Inauguração do Ramal do Agreste.
(com informações da Folha)

