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Stap reclama que greve da Proguaru perdeu adesão nas escolas

Foto: Ariane Soares/Agência Sindical
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Pedro Zanotti cobra reação dos servidores para pressionar o governo municipal

Durante assembleia na frente da Secretaria Municipal de Finanças, na tarde de hoje (21), o presidente do Stap (Sindicato dos Servidores Públicos de Guarulhos), Pedro Zanotti, reclamou que houve queda de participação dos funcionários da Proguaru que trabalham nas escolas municipais.

Para ele, sem participação popular, a paralisação não terá o impacto esperado. “Grande parte do pessoal das escolas voltou (a trabalhar)”, disse.

Zanotti falou de declaração do prefeito de Guarulhos, Guti (PSD), ao GRU Diário, em que ele confirmou que os funcionários da Proguaru serão demitidos até novembro para que assumam as novas empresas.  

“Temos que ter 4 mil pessoas no ato amanhã. Não dá para desistir agora”, reclamou. Ele comentou que é “impossível imaginar Guarulhos sem os serviços da Proguaru. A demissão em massa é uma tragédia social”.

A greve da Proguaru começou na segunda-feira (19) contra o fechamento da empresa, que foi definido pela Prefeitura após aprovação da Câmara Municipal e parecer da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

A Secretaria Municipal de Educação autorizou as escolas que não tiverem funcionários para manter os cuidados de biossegurança devem promover apenas aulas remotas. Na segunda-feira (19), apenas 40% das unidades tiveram aulas presenciais.

Ontem, audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), não teve acordo entre a Proguaru e o Stap. Nova reunião está marcada para quinta-feira (23).

Hoje, os grevistas se concentraram na Praça Getúlio Vargas, e fizeram caminhada nas ruas Capitão Gabriel, Sete de Setembro, João Gonçalves e Avenida Salgado Filho.

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