PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Sommelier Leo Albertino ensina a escolher e harmonizar vinhos em evento no Shopping Maia

Léo Albertino
Foto: Eurico Cruz/GRU Diário
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on linkedin
Share on pinterest

PUBLICIDADE

Durante Workshop, realizado em parceria com a rede Minuto, Albertino explicou conceitos e deu dicas de como se deve degustar um vinho

O vinho pode ser considerado uma bebida ou presente ideal para diversas ocasiões e datas, como o dia dos Pais, mas no meio de tantas ofertas e tipo diferentes é comum se perguntar: qual é o tipo de vinho que devo escolher.

Durante um evento realizado em uma parceria entre o Parque Shopping Maia e a Rede Minuto, o sommelier e juiz de vinhos Léo Albertino (@leoalbertino) explicou alguns conceitos e deu algumas dicas de como escolher um bom vinho para um determinado momento e um tipo de gosto e o GRU Diário traz algumas destas informações para que você possa tomar sua decisão, seja para presentear seu pai neste domingo (8) ou para um jantar romântico.

Vinho, Vinho de Mesa e Vinho Fino

Antes de explicarmos a diferença entre vinho de mesa e vinho fino, é preciso entender o que é o vinho em si.

“Basicamente, vinho é espremer a uva, pegar o sumo da uva e esperar ele fermentar”, explicou Albertino.

Ele explicou que existem vários outros processos de decantação, envelhecimento, entre outras medidas, que alteram os sabores dos vinhos, mas, por hora, vamos nos atentar apenas ao conceito básico e falar sobre a diferença entre os vinhos de mesa e o vinho fino.

De acordo com as explicações de Albertino, o vinho de mesa, aquele mais popular, é feito de uvas Viti Labruscas, ou seja, aquela uva de origem norte-americana que compramos em feiras e podem ser comidas ou transformadas em suco. É preciso entender que não há nada contra este tipo de vinho, mas que em determinadas ocasiões um vinho fino com certeza será um pedido melhor.

Já o vinho fino é produzido com uvas Viti Viniferas, plantadas especialmente para a produção de vinhos. Este tipo de vinho traz no rótulo a uva utilizada em sua produção, como Cabernet, Malbec, Merlot, Chadornnay, Syrah, entre outras.

A diferença, claro, está no sabor e na capacidade de harmonização destes vinhos. Mas antes de falarmos da harmonização, vamos falar de uma “regra muito boa” ensinada pelo sommelier.

Post in Boca: Nunca julgue um vinho pelo primeiro gole

Vinho
Foto: Eurico Cruz/GRU Diário

Durante o workshop Wine Experience, realizado no Shopping Maia, onde houve a degustação de um vinho fino português e outro chileno, o sommelier explicou que nunca se deve julgar um vinho pelo primeiro gole por conta da diferença entre a acidez que temos na boca e a acidez de cada vinho, medidas por uma unidade chamada PH.

Por isso, o primeiro gole pode esconder aromas e sensações que poderão se tornar mais perceptíveis em um segundo gole.

“O Post in Boca é para você equilibrar o PH da sua boca com o PH do vinho. O PH do vinho é maior, então a gente precisa equilibrar esse PH para que quando você consumir você não sinta uma intensidade muito forte. O primeiro gole do post in boca você vai sentir este amargor, esta intensidade, no segundo gole você vai sentir melhor as características do vinho sem essa intensidade, sem essa agressividade, por isso nunca se pode julgar um vinho pelo primeiro gole, principalmente se você não estiver bebendo antes, explicou Albertino.

Harmonização – A arte de combinar vinhos com alimentos

A harmonização consiste em conciliar sabores de vinhos e carnes, doces, saladas, massas, entre outros. Neste caso, estamos falando apenas de vinhos finos e vale ressaltar que não existe uma regra específica, já que cada pessoa tem seu próprio paladar.

De acordo com o sommelier Albertino, os vinhos secos são os mais utilizados para a harmonização.

“É interessante que eles sejam secos para ele ter uma quantidade de tanino e um residual de açúcar menor. Os tintos, como são mais intensos, eles vão combinar com carnes mais intensas, então, carnes para churrasco, todas as carnes vermelhas ou carnes de porco. Quando a gente fala de frango ou carne de peixe, a gente geralmente tenta harmonizar com vinhos brancos, roses e espumantes, porém não é regra, os portugueses comem bacalhau com vinho tinto”, explicou

Uma boa ideia para sintonizar o vinho com a refeição é fazer uma harmonização regional.

“A regional seria mais interessante porque você tenta puxar os pratos que vão encaixar melhor. Vinho italiano com macarrão, uma comida brasileira você pode escolher um espumante”, citou o sommelier.

No caso da feijoada, o sommelier aconselha um espumante:

Uma feijoada vai muito bem com um espumante porque ele tem a borbulha, que como o refrigerante, como a água com gás, limpa o paladar e tem a acidez do espumante. O que isso faz? A feijoada é uma comida intensa que tem gordura e você começa a ficar com o paladar muito cheio da comida. Quando você toma o espumante ele limpa o seu paladar e assim você sente vontade da próxima garfada”, contou o especialista.

P.S: O Minuto do Shopping Maia está com um bom desconto no preço dos vinhos e até com uma promoção especial de pague 2 leve 3 em algumas garrafas.

PUBLICIDADE

TÓPICOS
COMPARTILHE
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on telegram
COMENTÁRIOS
VEJA TAMBÉM

PUBLICIDADE