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Soldado que matou Jéssica Levadinha e o pai vai para júri popular

Jéssica levadinha e o pai, o treinador Álvaro Levadinha
Foto: Reprodução/Facebook/Jéssica Levadinha
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Corredora guarulhense foi atingida pelas costas e morreu com traumatismo craniano

O juiz Rafael Carvalho de Sá Roriz, da Vara do Júri, do Fórum de Guarulhos, determinou que o soldado do Exército, João Victor Aflinis Carvalho, 19 anos, que atropelou e matou a corredora Jéssica Levadinha e o pai dela, Álvaro Levadinha, irá para júri popular.

O acidente aconteceu no acostamento da rodovia Hélio Smidt, próximo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em 15 de novembro. Testemunhas confirmaram à Justiça que Jéssica estava de costas quando foi atingida pelo carro em alta velocidade. Laudo confirma que ela morreu com traumatismo crânio-encefálico. Já Álvaro ainda respirou um pouco após ser atingido. Ele teve politraumatismo.

João Victor trafegava em alta velocidade e não possuía carteira de habilitação. Ele teria consumido bebidas alcoólicas, segundo policiais rodoviários federais, apesar de ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. Ele vai responder pelos crimes de duplo homicídio qualificado, com recurso que dificultou a defesa das vítimas, com dolo eventual (assumiu a intenção de matar duas vezes) e uma vítima com mais de 60 anos.

Os Levadinha eram muito conhecidos no esporte guarulhense, principalmente pelo fato do pai – também ex-atleta – incentivar a filha em todas as competições. Em seu perfil no Facebook, Jéssica postou que “corrida é um mundo sem volta” e se orgulhou de 19 anos de atletismo, tendo participado de 214 competições e conquistado 143 pódios.

O GRU Diário não encontrou a defesa de João Victor para comentar o andamento do processo.

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