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Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos completa 61 anos

Josinaldo Cabeça, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos
Foto: Wellington Alves
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Entidade homenageou cerca de 80 sócios antigos

Em cerimônia na noite desta terça-feira (30) em sua sede, no Centro, o Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos comemorou 61 anos de fundação, com homenagens a 80 sócios mais antigos, além de ex-diretores. O evento contou com a participação do deputado estadual Márcio Nakashima (PDT).

O presidente do sindicato, Josinaldo José de Barros, conhecido como Cabeça, se emocionou ao relembrar sua história e fazer memória às antigas diretorias, que ajudaram a construir a entidade. Confira entrevista completa no link.   

“O sindicato completa 61 anos de vida. Temos 45 mil trabalhadores na base. Já tivemos 90 mil. Hoje a homenagem é para os associados antigos e os diretores antigos. Quero parabenizar todos os dirigentes, ex-dirigentes e os trabalhadores da base”, afirmou.

Cabeça ressaltou ainda a luta do sindicato pela redemocratização do país, pela redução da jornada de trabalho para 44 horas semanais, além das lutas em prol dos trabalhadores na fábrica por reajustes salariais, PLR (Participação e Lucros) e até fornecimento de água potável.

Pré-candidato à Prefeitura de Guarulhos, Nakashima falou sobre os problemas que afligem a cidade e destacou sua atuação na Assembleia Legislativa de São Paulo. Ele entregou uma placa a Cabeça – que é presidente municipal do seu partido – pelo aniversário do sindicato.

“São mais de seis décadas de história e luta em favor dos trabalhadores, com grandes conquistas e transformação do relacionamento entre empregador e empregado. Quero parabenizar toda a categoria e a diretoria”, disse o parlamentar.

Entre os sócios homenageados estava Antônio Oliveira de Souza, de 76 anos, que tem filiação metalúrgica há 57 anos. Ele mora em Cumbica e disse que o seu trabalho foi essencial para conseguir realizar seus objetivos.

A entidade obteve Carta Sindical em 30 de abril de 1963, no governo de João Goulart. No ano seguinte, o sindicato passou por intervenção, por imposição dos militares, que deram um golpe de Estado.

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