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Sindicato diz que trabalhador da Iderol não deve desistir ou vender crédito trabalhista

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Foto: divulgação
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Sindicato tem mais de 200 trabalhadores que aguardam pagamento da empresa com falência decretada em 1998

O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região afirma que os trabalhadores que aguardam o pagamento de dívidas trabalhistas da falida Iderol não devem desistir da ação ou mesmo vender o crédito trabalhista.

A Iderol S/A Equipamentos Rodoviários ficava no bairro Macedo, região central de Guarulhos. A falência da companhia foi decretada pela Justiça em 1998. A Iderol empregava em torno de 600 pessoas e não pagou as dívidas trabalhistas. Os ex-empregados recorreram à Justiça. Só no sindicato há mais de 200 processos em andamento.

“Esse processo, devido à lei de falências, migrou da Vara Trabalhista para a Vara de Falências. Isso explica em parte a morosidade. Explica, mas não justifica tanta demora”, Marcílio Penachioni, advogado do sindicato.

Segundo o advogado, a Vara de Falências tem sob sua guarda valores suficientes pra quitar integralmente as dívidas com os ex-funcionários da Iderol, ou seja, o atraso não é por falta de dinheiro pra quitar os débitos. Mais de 90% dos créditos trabalhistas estão habilitados nos autos da falência.

De acordo com o sindicato, os trabalhadores devem tomar cuidado com os compradores de crédito que oferecem menos de 50% do que tem a receber.

“O recebimento do débito integral é certo. Depende apenas do Juiz da Vara de Falências. Se o desenlace do processo fosse demorar muito mais, você acha que esses compradores estariam abordando os ex-empregados? Claro que não. Eles querem é faturar alto e sem risco”, alertou o advogado.

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