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Semana na televisão ficou marcada pelas mortes de Vanucci e Maradona

Tony Auad
Foto: Divulgação
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Confira os bastidores da televisão brasileira com Tony Auad

Hoje início a minha coluna comentando o exagero da mídia brasileira em dois momentos marcantes nesta semana. A morte do jornalista Fernando Vanucci e do ex-jogador de futebol Diego Armando Maradona.

Vanucci (1951-2020) teria morrido descontente e magoado com os colegas de profissão, que não lhe estenderam as mãos nos últimos anos.

O apresentador trocava confidências com poucos amigos da área, a quem falava do seu desânimo e de suas frustrações do trabalho. Depois de passar pela Globo, Bandeirantes, entre outras, ele estava muito triste.

Estava na Rede Brasil de Televisão, uma emissora considerada por ele pequena. Segundo um amigo dele (a coluna reserva o direito de não citar o nome), o custo de Vanucci era muito alto e a Rede Brasil atrasava muito o seu salário.

Fernando Vanucci deixa um legado com o seu bordão ” Alô Você”, que apesar de ter sido literalmente esquecido, só teve seu trabalho reconhecido depois que morreu.

Por outro lado, a morte de Diego Armando Maradona mostrou o baba ovo da mídia brasileira, inclusive a Globo, que interrompia sua programação para noticiar o acontecimento.

Para a coluna, como jogador de futebol ele foi excelente, mas muito longe de ser um Pelé, fato que as vezes ele fazia comparação.

Maradona nunca foi exemplo para ninguém, pois sempre teve problemas pessoais. Era dependente químico e, às vezes, até prepotente com a própria imprensa Argentina que o consagrou.

Porém, a bem da verdade, a mídia exagerou na cobertura da sua morte. Talvez o endeusamento feito a ele aqui no Brasil tenha mostrado de uma vez por todas: “Que o que vale é a audiência”, sem especificar a fundo a história.

Frase final: Nasci original e não vou morrer fotocópia. 

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