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Secretaria Municipal de Saúde nega acusações do Cremesp

Hospital de campanha foi uma das primeiras medidas tomadas no combate à pandemia (Foto: Fábio Nunes) Teixeira/PMG
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Órgão afirmou que há irregularidades no Hospital de Campanha, no Parque Cecap

A Prefeitura de Guarulhos nega que haja irregularidades no Hospital de Campanha, no Parque Cecap, como acusado pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), sobre fiscalização no dia 4 de junho. Em nota, a gestão municipal garantiu que o local atende as normas legais, com índice de 81% de pacientes curados do novo coronavírus.

O Hospital de Campanha é gerido pelo Imedis (Instituto Medizin de Saúde). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, “a equipe de profissionais que trabalha no local conta com médicos renomados e com especialidade nas diversas áreas da medicina, bem como titulação de intensivistas, infectologista e outras para o combate ao covid-19”.

De acordo com a pasta, ao contrário do afirmado no relatório do Cremesp, trabalham no Hospital de Campanha 25 médicos por dia, totalizando 750 plantões médicos por mês, conforme escala enviada ao próprio Conselho Regional de Medicina. “Portanto, é incabível a alegação de dois médicos por plantão”, diz o texto.

No que tange à afirmativa do não fornecimento de máscaras cirúrgicas para os pacientes, a Prefeitura diz que a foto tirada pelo fiscal é da recepção do Hospital, ou seja, da entrada inicial do pedestre para triagem. “Portanto, não se trata de pacientes em atendimento médico e sim de triagem. Ademais, conforme dispõe a nota técnica 04/2020, da Anvisa, no serviço de triagem é permitida a utilização de máscara de tecido”, pontua.

A gestão municipal argumentou ainda que foram adquiridos para o Hospital de Campanha de Guarulhos mais de 50 mil máscaras e mais de 80 mil itens de EPIs (Equipamento de Proteção Individuais). “Todo este material é contabilizado por sistema automatizado de controle, que já aponta uma movimentação de mais de 170 mil itens, dados que contradizem a informação do fiscal”, aponta a Prefeitura.

No que se refere ao laboratório de análises clínicas, mais de 18.700 exames foram realizados no período de 1º de abril a 24 de maio, segundo a secretaria. “Outro ponto que não condiz com a realidade é a informação de que o espaço entre as camas é menor que um metro, uma vez que cada divisória tem exatamente um metro e as camas ficam entre elas, justamente para respeitar o fluxo dos profissionais para atendimento dos pacientes”, destaca.

A Prefeitura diz que também não procedem as anotações a respeito do avental utilizado no Hospital de Campanha, que é de manga longa com punho elástico – soft 40g/m2. Quanto à informação de que o hospital não atende à Resolução de nº 7 de 24 de fevereiro de 2010 e RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002, o governo municipal alega que ela é sem fundamento e não indica dados pontuais que possam levar à conclusão que o local apresenta risco, já que a quantidade de pessoas curadas e os atendimentos prestados no local demonstram total eficácia.

O Instituto Medizin de Saúde esclarece que algumas fotos apresentadas no relatório não representam os ambientes do hospital como é o caso do conforto médico, entre outros, o que descaracteriza as demais alegações neste sentido, como, por exemplo, a de uma suposta falta de pias no local.

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