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Santa Casa de Birigui deve deixar gestão do HMU

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Santa Casa de Birigui
Foto: divulgação

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Empresa alega falta de pagamento de R$ 13,5 milhões e teme bloqueio das próprias contas por conta de ações movidas em processos fora de Guarulhos

Representantes do HMU (Hospital Municipal de Urgência) e da Santa Casa de Birigui, que atualmente tem um contrato pela gestão do hospital, se reuniram, na terça-feira (5), com membros do Conselho Municipal de Saúde e com vereadores da oposição e confirmaram que a organização social pretende fazer um destrato no contrato pela gestão do HMU.

De acordo com o vereador Edmilson (PSOL), um médico que representava o hospital e organização social, de nome Ricardo, afirmou que dois fatores contaram para a decisão.

O primeiro seria o não pagamento de um valor de R$ 13,5 milhões por parte da Prefeitura, enquanto o segundo seria o fato de processos oriundos de outros contratos alheios a Guarulhos provocassem um bloqueio nas contas da organização e impedisse o pagamento dos funcionários.

De acordo com a reportagem, o contrato entre a Prefeitura e a Santa Casa de Birigui é de R$ 380 milhões para gestão do hospital até 2025. Durante a reunião, foi descartada a hipótese de a organização deixar o hospital já no dia 10 deste mês. Um pedido de rescisão, por meio de um acordo, deve ser protocolado nesta quarta-feira (6), junto à Prefeitura.

A reportagem questionou a administração municipal, que informou que a Prefeitura ainda não foi notificada oficialmente sobre o assunto.

Edmilson afirmou ao GRU Diário que assim que a Santa Casa de Birigui oficializar o pedido de saída irá solicitar uma reunião junto ao secretário de Saúde para saber se será feito um novo contrato emergencial ou se a Prefeitura irá retomar a gestão do hospital.

“É uma irresponsabilidade, nesse momento, com falta de leitos de UTI por conta da covid-19, a gestão não ter um plano de ação. Sem a crise de covid o hospital já é fundamental, imagina com esta crise”, afirmou Edmilson.

Os funcionários que são contratados da Santa Casa de Birigui estão com o pagamento em ordem, mas serviços “quarterizados” pela empresa estão sem receber, de acordo com o que foi apurado pela reportagem.

O presidente da OSS (Organização Social de Saúde) de Birigui, Cláudio Castelão Lopes, 65 anos, foi preso em outubro. Ele é um dos 64 investigados da Operação Raio X, deflagrada pela Polícia Civil, que apua a suspeita de participar de uma suposta organização criminosa especializada no desvio de dinheiro público da área da Saúde em diversas cidades.

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