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Rock brasileiro: 25 anos sem Renato Russo, vocalista da Legião Urbana

Foto: Reprodução
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Parentes, amigos e músicos relembram momentos ao lado do cantor

Há exatos 25 anos morreu Renato Russo, um dos grandes nomes do rock brasileiro e vocalista da Legião Urbana, banda que cantou grandes hits nos anos 80 e 90.  

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Sua obra continua viva e atemporal para tanto fãs que se identificam com suas letras inspiradas nas cidades onde viveu e, em especial, a musa Brasília dos anos 70 e 80; sobre o Brasil; e sobre os sentimentos que fazem, de cada um de nós, humanos.

Hoje (11), aniversário de morte do cantor, familiares e amigos relembram momentos ao lado do músico no especial feito pela Agência Brasil. Confira alguns trechos. 

Carmem Manfredini conta que Renato Manfredini Júnior, mais conhecido como Renato Russo, sempre foi “um menino fora de série”, que “não criava caso com nada”, a ponto de sequer precisar de babás ou empregadas. “Era um menino exemplar, excepcional no colégio, alegre, comunicativo e brincalhão, principalmente com os primos e com a irmã”, acrescenta. “E assim foi até entrar no bendito rock”, complementa em tom de brincadeira, uma vez que, até o final da vida, Renato continuava sendo, para a mãe, “o rapaz doce que sempre foi”.

A irmã, Carmem Teresa, não esquece do que aprendeu com o irmão.

“A coisa mais marcante que tenho do meu irmão é o fato de ele gostar de me explicar as coisas. Principalmente a parte cultural: literatura, música, arte, teatro, cinema. Aprendi quase tudo com ele. E também as preocupações que ele tinha com relação à carreira que eu iria escolher. Aquela história do ‘o que você vai ser quando você crescer?’. Ele era muito atento ao que me interessava”, lembra Carmen Teresa que, hoje, é professora de inglês e cantora.

Um dos grandes amigos de Renato, Marcelo Beré, fala como o cantor sempre levantava bandeiras que estavam à frente de seu tempo, como quando dizia que era pansexual e lutados de causas antifascistas.

“Era uma posição política que ele sempre teve, e uma clareza que quase anteviu o presente do Brasil. Tudo que está acontecendo hoje faz parte das piores previsões dele”, recorda Beré.

Primeiro guitarrista

Primeiro guitarrista e fundador da Legião Urbana, Kadu Lambach – ou Eduardo Paraná, como Renato gostava de chamar, também tem muitas memórias com o parceiro musical e amigo.

Ele acaba de lançar o livro Música Urbana: O Início de uma Legião, onde, com a ajuda do jornalista André Molina, fala sobre o período de fundação da banda, além de apresentar composições e textos inéditos de Renato Russo, “guardados há mais de 30 anos em um baú”.

Sobre a saída, Paraná diz que precisava desenvolver sua musicalidade, mas que, naquela época, não encontrava professores em Brasília e que tinha ouvido falar de um “conservatório muito bacana” em Tatuí.

“Saí da banda porque eu queria tocar uma música chamada O Cachorro, um instrumental muito bom que tinha compasso 6/8 que depois virava um 4/4. Realmente não tinha nada a ver com a estética punk. Musicalmente, eu precisava me desenvolver como artista, mas lembro que, logo depois, já em Tatuí, meu pai enviou uma reportagem enorme falando da Legião Urbana. Ali eu senti que a Legião ia explodir para o Brasil inteiro”.

Leia a entrevista na íntegra na Agência Brasil.

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