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Rebeca Andrade retorna às competições com ouro no Pan-Americano de Ginástica Artística

Rebeca Andrade, ginasta
Foto: MeloGym/CBG
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Guarulhense conquista título inédito para o Brasil no salto e lidera dia de sete medalhas da seleção brasileira

A volta da guarulhense Rebeca Andrade às competições internacionais não poderia ter sido melhor. Após quase dois anos longe dos torneios, a campeã olímpica retornou em grande estilo neste domingo (21) e conquistou a medalha de ouro no salto durante o Campeonato Pan-Americano de Ginástica Artística, disputado no Rio de Janeiro.

A ginasta brasileira garantiu um resultado histórico ao conquistar o primeiro ouro do Brasil na prova do salto em uma edição do Pan-Americano. Rebeca alcançou média de 14.266 pontos, resultado das notas 14.433 e 13.700 obtidas em suas duas apresentações. A primeira delas foi a maior nota registrada na competição.

A medalha de prata ficou com a canadense Lia Monica, que somou 14.249 pontos, enquanto o bronze foi para a norte-americana Claire Pease, com 13.916.

Retorno após quase dois anos

Maior medalhista olímpica da história do Brasil, Rebeca não disputava competições internacionais desde os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Após a Olimpíada, a atleta optou por um período de pausa para cuidar da saúde física e mental e passar mais tempo com a família. O retorno aos treinamentos ocorreu ao longo de 2025, mas apenas agora ela voltou a competir oficialmente.

A conquista no Rio de Janeiro reforça o excelente momento da ginasta e aumenta a expectativa para o Campeonato Mundial, que será disputado em outubro, em Roterdã, na Holanda.

Além do ouro de Rebeca Andrade, a seleção brasileira conquistou outras seis medalhas no último dia de competições. Diogo Soares brilhou entre os homens ao faturar duas medalhas de prata. A primeira veio nas barras paralelas, com nota 13.933. Em seguida, ele voltou ao pódio na barra fixa ao alcançar 14.133 pontos. Na mesma prova, Arthur Nory conquistou a medalha de bronze com nota 14.033, empatado com o canadense Felix Dolci.

O Brasil ainda garantiu mais três medalhas de bronze: Thaís Fidélis, na trave; Sophia Weisberg, nas barras assimétricas; e Vitaliy Guimarães, no solo.

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