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Quem é você candidato a vereador: Fabú da Trupe (Rede)

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A Trupe coletivo
Foto:divulgação

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GRU Diário abre espaço para que candidatos e candidatas à Câmara Municipal de Guarulhos mostrem suas propostas

GRU Diário realiza a publicação dos textos da iniciativa “Quem é você candidato a vereador(a)?”. Os candidatos interessados em participar respondem três perguntas e enviam uma foto para publicação do texto.

Nesta publicação vamos conhecer um pouco mais sobre a candidatura coletiva de Fabú da Trupe, candidato a vereador pela Rede.

1) Quem sou eu?

A TRUPE é uma Candidatura Coletiva, que nasce de um Coletivo Cultural. Nela, temos como co-vereador e titular do mandato, Fabú Valente (35 anos): gestor de projetos sociais e arte- educador ambiental, junto dele os co-vereadores: Ricardo Molina (38 anos): arte-educador, circense e artista de rua; Teka Raimundo (60 anos): artesã, arte-educadora e empreendedora com experiência em Economia Solidária; e Lucas Karim (23 anos): oficineiro, contador de histórias e agente do brincar.

Nossa principal pauta é a Cultura, entendida não apenas como arte, mas como ferramenta para a geração de trabalho, renda e desenvolvimento comunitário, associada a conservação dos nossos patrimônios naturais e históricos.

Escolhemos nos colocar como candidatura coletiva pelo partido REDE Sustentabilidade, acreditamos que é necessário vencer o personalismo político, aonde o candidato eleito ou o partido tomam as decisões sem qualquer abertura de diálogo com a sociedade. Queremos mais vozes e representatividades nos processos de tomada de decisão, por isso, nosso compromisso é fazer do mandato um espaço de participação popular, transparência e colaboração efetiva com soluções para a nossa cidade.

Em resumo: Não somos politiqueiros falando da nossa cultura; somos fazedores de cultura falando de política!

2) Por que decidi ser candidato?

A resposta para esta pergunta é simples, cansamos de ser mal representados! Por muito tempo vimos políticos despreparados apresentando sua visão particular sobre cultura e demais políticas públicas. Queremos ser voz e representatividade não apenas para um grupo, bairro ou comunidade, queremos atuar em prol de toda a cidade e suas necessidades.

No que se refere a Cultura, se faz necessário um olhar diferenciado que permita apresentar a pauta não como custo, mas como investimento que gera retorno em termos de qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e comunitário. É preciso entender Cultura como direito social básico, assim como Saúde, Educação e Trabalho.

O que vemos hoje é o contrário, entre as 20 secretarias existentes no poder executivo, a Cultura é aquela com o menor dos orçamentos, cerca de 0,3% (Aproximadamente R$ 27 milhões por ano), sendo que metade deste recurso está voltado para pagamento dos salários dos servidores públicos da pasta, restando pouco para investimento em políticas públicas (abertura de editais, programas de fomentos e eventos) e manutenção dos equipamentos da Cultura (teatros, bibliotecas e museus).

Nossa cidade é rica em Cultura, seja a mais tradicional, aqui presente nas festividades da Carpição (Bonsucesso) ou dos festejos do Bom Jesus da Cabeça (Cabuçú), seja naquela que se faz no dia a dia, através de artistas de rua, artistas do centro e das periferias, centenas, milhares de fazedores de cultura.

Ou ainda aquela que está por vir, prestes a emergir de dentro de cadernos, desenhos e poesias nas mentes pensantes e críticas, daí a necessidade de fomentar políticas culturais nas escolas, praças públicas e outros equipamentos garantindo acesso a Cultura… É preciso dialogar sobre a importância da conservação dos nossos recursos naturais, em especial a defesa da APA Cabuçú Tanque Grande… É preciso fomentar em crianças, jovens e adultos o conhecimento sobre a nossa história, patrimônios e identidades… É preciso falar mais sobre a nossa Cultura!

3) Quais propostas pretendo implementar?

  • Fiscalizar a implementação e execução orçamentária relacionada a leis e programas de especial interesse social, como o Plano Municipal de Cultura (Lei No 7.834/20), LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias e LOA – Lei Orçamentária Anual;
  • Aprimorar e regulamentar leis e projetos voltados ao fortalecimento da Cultura e Economia Criativa (FunCultura Lei No 5.947/09); Fomento a Economia Solidária (Lei No 34.516); e o Ecoturismo, através da retomada do PDITS (Plano de Desenvolvimento Integral do Turismo Sustentável) enquanto mecanismos de desenvolvimento local, geração de trabalho e renda. Vindo a conceber e articular projetos para captação de verbas complementares (Emendas Parlamentares) sempre que assim for necessário.
  • Promover a participação popular dentro e fora do mandato, desaparelhando e fortalecendo conselhos e fóruns da nossa cidade, garantindo que estes venham a ser espaços legítimos e democráticos de diálogo entre sociedade civil e poder público.

A candidatura coletiva Fabú da Trupe consta no site do Divulgacand, responsável por receber os pedidos de registros da candidaturas. Fabú da Trupe é candidato com o número 18019.

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